José Maranhão é o político paraibano com mais dinheiro guardado em casa

A justificativa dada foi a proximidade de compromissos financeiros de ordem pessoal e a necessária liquidez monetária.

13 de julho de 2018   

Conhecido por ser um homem econômico e rigoroso para com os seus gastos, o senador José Maranhão (MDB) também não tem muita simpatia pelos bancos.

Foi o que revelou uma premiada matéria publicada na revista ISTOÉ.

Na oportunidade, a revista fez um levantamento com base nas declarações de bens de deputados federais das principais bancadas e dos 27 senadores eleitos em 2014 para saber quem poderia cair na mira do Leão caso realize transações em dinheiro vivo.

José Maranhão (MDB-PB) foi o segundo colocado e dispunha de R$ 398 mil. Perdeu apenas para o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que mantinha R$ 500 mil guardados em casa.

A justificativa dada por ambos foi a proximidade de compromissos financeiros de ordem pessoal e a necessária liquidez monetária.

Ainda conforme a ISTOÉ, de agora em diante os parlamentares que assim procederem devem se prevenir, mesmo quando o dinheiro tiver origem lícita.

Cada vez que recorrerem ao cofre doméstico para consumir ou cobrir despesas correntes, as operações deverão ser reportadas em formulário eletrônico denominado Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie (DME), disponível no site da Receita. Quando a transação for feita em moeda estrangeira deverá ser efetuada a conversão em reais para fins de declaração.

Será quase impossível movimentar dinheiro vivo sem chamar atenção das autoridades. A pessoa física ou jurídica que receber recursos em espécie em valores iguais ou superiores a R$ 30 mil e não declarar à Receita Federal ficará sujeita a multa de 1,5% a 3,0% do valor da operação, respectivamente, quando omitir informações ou prestá-las de forma inexata ou incompleta.

Guardar dinheiro embaixo do colchão deixará de ser uma prática tão vantajosa. E pode ser arriscado.

É bom tomar cuidado porque o Leão está com os dentes afiados para morder.

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