Segundo relato da mãe, ao acordar para amamentar o filho, percebeu que o bebê estava sem reação e com sangramento pelo nariz. Um agente de saúde foi acionado e, diante da gravidade, solicitou o apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que confirmou o óbito ao chegar à residência e constatou uma lesão no pescoço do bebê.
A Polícia Civil e a perícia foram acionadas para investigar o caso. Após exame cadavérico, foi constatado que o bebê sofreu uma asfixia por broncoaspiração e não tinha nenhum tipo de lesão ou sinal de violência no corpo.
Luiz Rustenes, chefe do NUMOL de Cajazeiras, informou ao g1 que o sangramento observado pela mãe da criança é um sinal da asfixia. Já as marcas encontradas no pescoço do bebê ficaram evidentes porque o coração parou de bombear o sangue, e pela ação da gravidade, tende a baixar e ficar evidenciando as manchas num tom vermelho arroxeadas.
A Polícia Civil informou que segue investigando o caso até concluir todas as diligências.










