Mocidade Alegre é a grande campeã do Carnaval de São Paulo 2026; Veja fotos do desfile da campeã

13 vezes campeã.

Publicado: 17/02/2026

Mocidade Alegre 2026 (Will Dias - Brazil News)



A Mocidade Alegre venceu o Carnaval de São Paulo 2026. Campeã do ano passado, a Rosas de Ouro foi rebaixada para o Grupo de Acesso, junto com a Águia de Ouro. A Mocidade ganhou com 269,8 pontos, seguida por Gaviões da Fiel por 0,1 ponto, com 269,7. Em terceiro lugar, ficou a Dragões da Real, que fechou com 269,6. Rosas de Ouro terminou com 268,4 pontos, e em último lugar ficou a Águia com 268,2. Saiba como foi a apuração nota a nota.

Veja fotos do desfile da Mocidade Alegre em 2026

Com o enredo Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra, a Mocidade Alegre homenageou a atriz Léa Garcia (1933-2023), trazendo referências ao seu pioneirismo e protagonismo negro, já que a atriz marcou a história do país com papéis marcantes como o de Rosa na novela Escrava Isaura (1976). Sua carreira também foi marcada pela indicação ao prêmio de melhor interpretação feminina no Festival de Cannes em 1957, por sua atuação no filme Orfeu Negro (1959), que venceu o Oscar de melhor filme internacional em 1960, representando a França.

A letra de Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra foi composta por Aquiles da Vila, Fabiano Sorriso, Lucas Donato, Marcos Vinícius, Márcio André, Fabian Juarez, Fábio Gonçalves, PH do Cavaco, Salgado Luz, Tomageski, Mingauzinho e Chico Maia.

Confira a composição:

Laroyê! Bate três vezes…

Ê mojubá! A Deusa Negra é ela!

A filha de Oxumarê

Que traz no sangue a força da mulher

Pisa forte nesse chão

Afirmando seu lugar

Pra fazer revolução

Seu direito conquistar

Nosso povo entra em cena

A arte nunca pode se render

Ecoa a voz do “Nascimento”

Orfeu sobe o morro pra vencer!Lerê! Lerê! Lerererere!

Lerê! Lerê! Lerererere!

A guerreira no “Quilombo”

Fez valer o seu papel

Pela luz das yabás

Todo preto vai pro céu!

 

Consagração, da negritude

Resiste entre tantos personagens

A pele preta é armadura

No palco, expressão de liberdade

Evoé, mulher!

Igual a ti eu nunca vi

Você ainda está aqui

Pra sempre, presente!

É sua coroação

Protagonista no meu pavilhão

 

Ô! Malunga!

Ô! Malunga ê!

Malunga Léa, arroboboi

Toca o bravum com ancestralidade

No terreiro Mocidade!

Por

Kelly Miyashiro | Veja



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