Margarida Maria da Costa, conhecida na comunidade como Edjane, morreu na manhã desta segunda-feira (2) após passar mal enquanto caminhava pela feira livre de João Alfredo, no Agreste pernambucano.
O episódio gerou forte comoção entre moradores, comerciantes e familiares.
O ocorrido na feira livre
Edjane sentiu-se mal durante a caminhada habitual pela feira, espaço tradicional de comércio e convivência no município. Populares que presenciaram o mal súbito prestaram os primeiros socorros imediatamente (assista ao vídeo abaixo).
A equipe médica chegou em seguida e a vítima foi encaminhada ao hospital local. Apesar do atendimento rápido, Edjane não resistiu e faleceu.
A causa da morte ainda não foi oficialmente confirmada e depende de exames e procedimentos legais padrão em casos de óbito súbito.
Repercussão e comoção na comunidade
Familiares, amigos e comerciantes que estavam na feira ficaram profundamente abalados. A perda repentina de alguém conhecido e querido mobilizou a população.
Nas redes sociais, diversas manifestações de pesar surgiram rapidamente. A frase “somos uma vela acesa” ganhou destaque nos comentários e postagens, simbolizando luto, reflexão sobre a fragilidade da vida e homenagem à vítima.
O simbolismo da “vela acesa” reflete crenças populares e expressões de solidariedade típicas do interior nordestino.
Contexto do município de João Alfredo
João Alfredo, localizado no Agreste pernambucano, é município de pequeno porte com forte tradição em feiras livres como ponto central de economia e socialização. Eventos como esse afetam emocionalmente a comunidade inteira, dada a proximidade entre os moradores.
A feira livre é espaço de convivência diária, o que torna a ocorrência ainda mais impactante.
Procedimentos legais e próximos passos
A morte súbita exige investigação para determinar a causa. Procedimentos incluem necropsia, exame cadavérico e possível inquérito policial, conforme protocolo do IML e Polícia Civil.
A família aguarda laudo oficial para esclarecimento definitivo.
Reflexão social e apoio comunitário
Casos como esse reacendem debates sobre saúde pública, atendimento emergencial em cidades pequenas e importância de prevenção de doenças cardiovasculares ou outras causas súbitas.
A comunidade de João Alfredo se une em apoio aos familiares, com velórios, missas e mensagens de conforto circulando em grupos locais.
A perda de Edjane deixa saudade e serve de lembrete sobre a importância de valorizar o tempo com quem amamos.










