
O prefeito de Barra de Santa Rosa, Neto Nepomuceno (DEM), falou ao Se Liga PB, neste sábado (24), dos resultados obtidos em Brasília, na última semana, e pontuou a ação da Polícia Federal (PF), na última quinta (22), afirmando que prestou todos os esclarecimentos e foi elogiado pela condução dos trabalhos licitatórios na cidade.
Neto explicou que esteve em Brasília apresentando as dificuldades do município e tentou destravar verbas para reforma da Praça Frei Martinho e para calçamentos de ruas. “Em Brasília tivemos uma boa notícia do Ministério das Cidades, que nos deu a esperança de resgatarmos uma obra de R$ 3 milhões. R$ 2 milhões para calçamentos e R$ 1 milhão para reforma da praça”, comemorou.
Neto também pontuou que a cidade anteriormente não tinha uma gestão que visava o bem da coletividade. “A gestão anterior não estava preocupada em buscar investimentos para a cidade”, alfinetou.
De acordo com o chefe do executivo, o montante destinado para Barra de Santa Rosa ultrapassa os R$ 12 milhões, apenas na sua gestão. “Agradeço ao deputado Efraim Filho pelo comprometimento com nossa cidade”.
Com o exemplo, o gestor frisou R$ 3,5 mi para construção de uma escola municipal; R$ 3 milhões para expansão da rede de água; R$ 830 mil para reforma do mercado público; R$ 500 mil para construção de 49 cisternas; R$ 250 mil para pavimentação, entre outras verbas.
O prefeito aproveitou a entrevista para esclarecer que a Operação realizada pela Policia Federal (PF), em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), não visou interrogar seus assessores e sequer o próprio prefeito. Ele disse que quando os policiais chegaram à cidade ele estava na feira livre. “Eles foram à casa do meu pai e pediram para ligar para os secretários de finanças e administração. Eles buscam informações de uma empresa que está sendo investigada por suposta fraude em licitação”, narrou.
Neto esclareceu que ligou para os secretários e se colocou a disposição da PF para qualquer esclarecimento e enfatizou, mais uma vez, que a investigação não tem relação direta com a sua administração. “Eles apenas nos elogiaram. Porque as nossas licitações estavam em ordem e os nossos pagamentos dentro da legalidade”, concluiu.
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Redação.











