
A Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG) é uma verdadeira bolinha de ouro e cresce os olhos de qualquer vereador que sonha em sentar na cadeira de presidente. O sistema Sagres, do Tribunal de Contas (TCE-PB), nos atualiza que até setembro desse ano os duodécimos ultrapassaram o montante de R$ 16 milhões. Os valores repassados mensalmente ultrapassam R$ 1,6 mi. Em agosto, esse valor pulou para mais de R$ 2 milhões.
Com um duodécimo “gordo”, a Câmara da Rainha da Borborema consegue acumular mais de 250 comissionados, contra nove servidores efetivos. “Essa curiosidade” chamou a atenção do Ministério Público da Paraíba (MPPB), que instaurou inquérito para investigar contratações de assessores parlamentares.
Considerando o número total de comissionados, cada vereador de Campina Grande teria em média 11,3 assessores parlamentares ao seu dispor. Além dos assessores parlamentares, cada um dos vereadores conta com um chefe de gabinete parlamentar específico.
De acordo com o MP, ficou estabelecido que deverão ser feitas diligências necessárias para a investigação “inclusive notificações, tomada de depoimentos e declarações, requisição de documentos outros, de perícias e informações, tudo com base nas prerrogativas ministeriais”.
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Redação











