
Em entrevista à Rádio Caturité FM, o vereador Pimentel Filho(PSD) negou que esteja acontecendo uma espécie de “boicote” de um grupo de vereadores, para que a presidente da casa, Ivonete Ludgério(PSD), seja tome posse no próximo biênio. Segundo ele, esse assunto está dado por encerrado, levando em conta que a presidente já foi reeleita por unanimidade. ” A não ser que um bucado de ‘cabra véi’ na câmara queira desfazer o que fez, e sem nenhuma propriedade pra isso”, rebateu sobre as especulações.
“É uma falta de responsabilidade, uma acusação que foi feita sem consultar os dois vereadores do PSD e saiu isso aí. Eu acho que tem que acabar com essa história, a vereadora Ivonete vai assumir no dia 1º de Janeiro o seu segundo biênio. Não existe isso na câmara”, sublinhou Pimentel. “Parece que não tem notícia aqui em Campina Grande. […] Essa história de dizer que é do partido A ou B, tem que dizer. Parece coisa de menino, porque parece que jornalismo virou criança ultimamente. Eu sou do tempo que o jornalismo ia buscar a informação correta e com seriedade, agora não, joga a informação em uma mídia social e tá acabada a história”, destacou o vereador.
Sobre a investigação que o Ministério Público da Paraíba pretende fazer na casa de Félix Araújo, para apurar uma denúncia de “inchamento” da folha de pessoal, aonde o orgão concluiu que há 234 assessores comissionados na Câmara, o que dá um pagamento mensal de R$934 mil. “Quem precisa responder isso é a nova administração. O fato é que a vereadora vai fazer um concurso público, porque os funcionários da câmara envelheceram e pediram aposentadoria. Há um número de efetivos, e outro para assessores de vereadores, porque eles não efetivos e nunca vão ser. Porque na hora que o vereador não é reeleito, o assessor saí”, diz o parlamentar, lembrando que pela lei, cada vereador têm direito a contratar 12 assessores.
“Tem assessores que trabalham nos bairros. Porque não dá para estar nos locais todos os dias, ou então os trinta dias, atender cinco mil eleitores em toda a cidade. Então nós temos assessores nessas localidades, e isso é desde que existe assessoria na câmara”, completou. Sobre a disparidade do número de vagas ofertadas no concurso público, que é 30 vagas, comparado aos 234 assessores contratados, ele diz que a quantidade vai suprir as necessidades emergenciais, no quadro de efetivos da câmara. “Assessor não é efetivo, porque se o vereador não é reeleito ele saí”, finalizou Pimentel Filho.
Redação











