Modelo internacional visita IPESQ de Campina, conhece o trabalho em prol do tratamento da microcefalia e apoia a causa

Publicado: 23/01/2020



Com intuito de conhecer o trabalho desenvolvido pelo Instituto Professor Joaquim Amorim Neto de Desenvolvimento, Fomento e Assistência à Pesquisa Científica e Extensão, conhecido como IPESQ, fundado no ano de 2008 em Campina Grande, no Agreste da Paraíba, a modelo internacional Jullie Marie, que passa as férias em sua cidade natal, a Rainha da Borborema, visitou as dependências físicas e o trabalho das equipes de profissionais que atendem mais de 120 crianças da Paraíba e de diversos locais do Brasil e do mundo.

A visita ocorreu na última segunda-feira (20). Na oportunidade, além de fazer uma doação, ela aproveitou para divulgar o bazar beneficente que o instituto fará no dia 14 de março, um sábado, para a arrecadação de roupas, calçados e acessórios.

Ao visitar o IPESQ na sua sede, na Rua Salvino de Oliveira Neto, nº 87, no bairro do Santo Antônio, bem como a ‘Casa de Apoio’, que fica próxima ao centro de pesquisa e de fisioterapia das crianças, que abriga as mães das crianças tratadas, Jullie viu de perto a dedicação da equipe que, ao longo dos últimos anos, promove um trabalho belíssimo, sem fins lucrativos e de caráter filantrópico para a melhoria da qualidade de vida das mais de 120 crianças com microcefalia de diversas cidades e estados, e até de fora do Brasil, que procuram o IPESQ como um centro de referencia no tratamento da microcefalia.

Vendo essa realidade, a modelo aproveitou para divulgar a ação social do bazar solidário da instituição – que também é conhecida através do projeto ‘Amor Sem Dimensões’ – que será realizada no dia 14 de março, na sede da instituição. Quem quiser doar roupas, calçados e acessórios poderá deixar na sede da instituição até o dia 11 de março.

“O IPESQ hoje é a principal referência para o mundo no tratamento da microcefalia e na promoção da qualidade de vida dos nossos pequenos e de suas famílias. Por isso merece todo nosso apoio”, disse Jullie, ao destacar também as contribuições relacionadas à epidemia da zika da médica Adriana Melo, uma das responsáveis pela manutenção do instituto.

Portal Carlos Magno



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