Bancada do PSB pressiona por federação com o PT e apoio a Lula; Gervásio diz que só existe pequenos ‘entraves’

Está prevista para hoje (10) nova reunião entre Siqueira e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e outros dirigentes partidários das duas legendas para discutir a federação. A eventual filiação de Geraldo Alckmin também deve entrar na pauta.

Publicado: 10/02/2022

Foto: Reprodução



Um grupo de 19 dos 30 deputados do PSB divulgou nesta semana uma nota em apoio à candidatura do ex-presidente Lula e à formação de uma federação do partido com o PT, o PCdoB e o PV.

“A federação dos partidos progressistas é a base da unidade das forças democráticas para vencermos as eleições de 2022, que será plebiscitária acerca da Constituição de 1988; para eleger maior número de parlamentares alinhados com o seu Programa de Governo e dar garantias para a governabilidade, fator essencial de sustentação do futuro governo no ambiente de ameaça à democracia como esse que o país atravessa”, diz trecho da nota dirigida aos filiados e membros do diretório nacional da sigla.

Em recente entrevista o presidente estadual do PSB, deputado federal Gervásio Maia Filho, disse, que os entendimentos para uma possível federação entre a sua legenda e o Partido dos Trabalhadores (PT) estão bastante avançados.

Deputados do PSB participaram na última terça-feira de uma reunião com o presidente do partido, Carlos Siqueira, e reforçaram o desejo de formar uma federação com PT. Mas Siqueira e outros dirigentes da legenda ainda resistem aos termos propostos pelos petistas e temem virar coadjuvantes no bloco.

Está prevista para hoje (10) nova reunião entre Siqueira e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e outros dirigentes partidários das duas legendas para discutir a federação. A eventual filiação de Geraldo Alckmin também deve entrar na pauta.

Gervásio disse que reuniões semanais capitaneadas pelos dirigentes partidários estão definindo os moldes em que a união deve acontecer. O parlamentar revelou que o PT já apresentou uma proposta para a federação enquanto que o PSB fez algumas ponderações em cima dessas considerações, mas ressaltou, no entanto, que é preciso construir o consenso para gerar equilíbrio no acordo.

“Tem alguns entraves que precisam ser solucionados, como por exemplo, como fica a candidatura nata. Aqui em Recife mesmo, temos o caso do prefeito João Campos, que está fazendo uma bela gestão e deve concorrer à reeleição”, afirmou.

PB Agora



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