
O vereador de Campina Grande, Anderson Maia(PSB), defendeu a unificação de todos as forças de oposição à Romero Rodrigues(PSD), visando as eleições de 2020. Anderson diz que seu nome está à disposição eventual candidatura majoritária, mas defende um maior diálogo que compõem as forças oposicionistas.
“A gente precisa dialogar com os partidos que a compõem, a oposição aqui em Campina Grande, para que a gente venha apresentar um melhor projeto para a cidade”, sublinhou. Quando indagado qual o critério que deveria ser adotado pelas forças de oposição, ele elencou como o primeiro da lista a “aprovação da cidade”.
“Primeiro tem que avaliar na rua como se dá essa avaliação, essa aprovação, dentro da experiência que cada um carrega, daquilo que está a frente. Acima de tudo a união, tem que haver aliança, entendo que se a oposição sair desunida nesse processo, a gente tem muito a perder”, assinalou Maia.
O socialista defendeu que a oposição precisa unificar o discurso, fazer uma avaliação para decidir qual o melhor quadro que a gente tem para representar. “Mas sempre direcionado para o projeto que o PSB tem no governo do estado. Acho que temos muito o que copiar para Campina Grande, extraído da gestão do PSB em todo o estado da Paraíba”, disse.
O vereador de oposição rebateu as declarações de Romero, que declarou à imprensa que “a oposição levou uma surra de votos em 2016 no primeiro turno, e levará outra no ano que vem”. Sobre essas declarações, Anderson explicou como será o discurso da oposição para desmontar a tese de Romero. ” O discurso não é muito difícil, basta pegar o reflexo da gestão”, iniciou.
“Um prefeito que fez inúmeras promessas que não cumpre. Basta pegar o exemplo da obra do complexo habitacional Aluísio Campos, que entra em sua terceira campanha como promessa. Eu até peguei uma fala do prefeito, recentemente, tirando a esperança de pessoas que achavam, que tinha certeza, que foram contempladas com uma casa no Aluísio Campos, mas disse que não tinha nada certo”, disparou o vereador.
“Esse é o funcionamento de uma gestão que não concluí obras”, disse, listando uma série de obras na cidade que estão inacabadas ou paradas. As declarações foram dadas em entrevista ao RC Notícias, da Rádio Caturité FM, nesta sexta-feira(31).
Redação










