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Após família ter que abrir cova para enterro em Gurinhém, prefeito pede perdão e coveiro diz que havia saído para almoçar

Ainda de acordo com Tarcísio Saulo, ele ficou sabendo do fato através da imprensa local, quando estava almoçando na casa do sogro, na zona rural do município.

Publicado: 15/08/2023

FOTO: REPRODUÇÃO

Após uma família do município de Gurinhém, na Paraíba, precisar abrir uma cova no cemitério para enterrar o pai no último domingo (13), o prefeito Tarcísio Saulo de Paiva lamentou o ocorrido e pediu perdão a família. Além disso, o coveiro, identificado como “Bejú”, disse que tinha saído para almoçar, e por isso não estava naquele momento.

“Ontem passei mal depois da notícia, fato lamentável. Quero aqui prestar a minha solidariedade aos familiares por esse acontecimento triste, que comove tanto a mim como a toda a população de Gurinhém”, lamentou o prefeito. 

Ainda de acordo com Tarcísio Saulo, ele ficou sabendo do fato através da imprensa local, quando estava almoçando na casa do sogro, na zona rural do município. Segundo ele, as medidas já estão sendo tomadas e um processo administrativo foi aberto para apurar o caso.  

“Ontem eu falei com o jurídico da prefeitura. Imediatamente eu queria afastar logo o funcionário, mas o jurídico achou por bem se que afastasse não poderia abrir o processo administrativo. Peço perdão por ter acontecido isso na nossa gestão. Infelizmente sobra pra mim, que não tem nada a ver”, finalizou.

O coveiro que estava de plantão no último domingo (13), conhecido como “Bejú”, disse que havia começado abertura da cova pela manhã, mas que interrompeu o processo para ir almoçar. 

“Eu estava de plantão, fui até o local do meu trabalho, cavei a cova pela metade e não aguentei cavar mais a cova. Fui falar com o filho de seu Cícero que eu ia às 3h da tarde, que o enterro era de 5h e eu ia de 3h. Eu assumi a minha responsabilidade e quando eu cheguei lá às 3h da tarde para terminar o serviço, eles tinha invadido o cemitério, pegado a ferramenta e feito o serviço para cavar a cova. Não terminei porque deu meu horário de almoço e eu tive que vir embora almoçar para a tarde eu terminar de fazer o serviço” relatou. 

A família teve que cavar a cova do próprio pai, em pleno Dia dos Pais. O fato aconteceu no cemitério da cidade e causou revolta.

Uma das netas do homem que morreu afirmou que a família chegou ao cemitério por volta das 17h e não encontrou coveiros no local. Além disso, o local onde o corpo seria enterrado não estava cavado.

Com ClickPB

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