Assembleia aprova projeto que torna Algodão Colorido Patrimônio Cultural Imaterial da Paraíba

O PL 2.688/2021 é de autoria do deputado estadual Chió (Rede), que antecipou a importância desse reconhecimento ao arranjo produtivo, cujo crescimento acontece de forma exponencial na Paraíba.  

Publicado: 12/05/2022

Foi aprovado na Assembleia Legislativa, projeto que torna o Algodão Colorido Patrimônio Cultural Imaterial da Paraíba. A matéria constou no expediente desta terça-feira (10), e foi aprovada por unanimidade na Casa de Epitácio.

O PL 2.688/2021 é de autoria do deputado estadual Chió (Rede), que antecipou a importância desse reconhecimento ao arranjo produtivo, cujo crescimento acontece de forma exponencial na Paraíba.  

“O cultivo de algodão colorido tem contribuído na economia de diversas cidades do interior da Paraíba. Um arranjo produtivo que já exporta e beneficia, desde a agricultura familiar, até as associações de tecelões que usam a fibra para produzir peças artesanais. Diante da importância histórica, cultural e econômica para o nosso estado defendo que o algodão colorido seja considerado Patrimônio Cultural imaterial da Paraíba”, justificou o deputado estadual Chió.

Naturalmente colorido

Há mais de 20 anos, a Embrapa foi a primeira a cultivar o algodão colorido, com o objetivo de oferecer alternativas de renda para os agricultores do Semiárido, além de contribuir para a preservação ambiental. De lá para cá, já foram lançadas seis variedades, com tonalidades que variam do verde aos marrons claro e avermelhado. A cultivar mais adotada pelos produtores é a BRS Rubi, por sua tonalidade mais escura, que é mais demandada pela indústria têxtil.

FONTE: Assessoria com Informações Embrapa 

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