Um princípio de rebelião ocorreu no presídio de segurança máxima PB1 e PB2 neste sábado (1º), na Paraíba. A Seap-PB informou que o motim envolveu duas facções rivais.
O comando da Polícia Militar afirmou que não houve mortos, feridos graves, fugas ou reféns. O Corpo de Bombeiros registrou queima de colchões e danos ao patrimônio.
Devido à confusão neste sábado (1º), visitas familiares do pavilhão afetado foram suspensas. A Seap-PB analisa os danos antes de liberar a entrada de parentes no local.
O princípio de rebelião registrado no complexo Penitenciário de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1 e PB2, foi motivado por uma briga entre integrantes de duas facções criminosas rivais que convivem em um mesmo pavilhão, neste sábado (1º). A informação foi confirmada pela Secretaria de Administração Penitenciária do estado (Seap-PB).
A rebelião aconteceu no pavilhão 1 do PB2, segundo a Polícia Militar. De acordo com informações, essa briga consistiu em presos da organização criminosa identificada como Bonde do Cangaço tentarem invadir uma cela com cinco presos do PCC.
Segundo o comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, responsável pela área onde fica o presídio e que foi acionado para a ocorrência, não houve mortos ou feridos graves. A PM também informou que não houve fugas nem reféns.
O Corpo de Bombeiros informou que a corporação também foi chamada. Houve o registro de colchões queimados e dano ao patrimônio. Vídeos registraram a entrada de viaturas da Polícia Militar no presídio, assim como viaturas do próprio Corpo de Bombeiros.
Visitas canceladas em pavilhão da briga
Para este sábado (1º), estavam marcadas visitas de familiares para os presidiários no complexo penitenciário. Devido a rebelião, famílias ficaram de fora do local sem poder fazer a visitação.
Os familiares de presos do pavilhão 1 do PB2 não vão poder realizar as visitas neste momento, mas os familiares de presos de outros pavilhões vão ser liberados ao longo do dia.
Em nota, a Seap-PB disse que está sendo feita análise para identificação dos danos no pavilhão da briga para posterior liberação do local para visitas.
Confira nota da Seap-PB:
Redação com g1 PB












