A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação de Campina Grande, Laryssa Almeida, foi a entrevistada do Programa Se Liga PB, na manhã desta quinta-feira (14). Na ocasião a secretária fez uma leitura das atividades desenvolvidas pela pasta, uma vez que, Campina Grande é referência, e tem se destacado na área das novas tecnologias por ser uma cidade extremamente universitária, a exemplo da Universidade Federal, que tem apresentado índices mundiais no sentido de inovações tecnológicas.
“Você ver uma grande explosão da vida universitária e da produção científica extremamente exitosa e inovadora dentro da cidade. Temos um ambiente que é propício para isso ”, disse.
Laryssa disse que Campina recebeu o selo da Unesco de cidade criativa em artes midiáticas, e se destaca por suas inovações tecnológicas e turísticas. Segundo ela, Campina Grande voltou a ser mapeada dentro das cidades mais inovadoras do Brasil, sendo hoje a sexta cidade, única fora do eixo Rio-São Paulo, a se destacar no empreendedorismo inovador.
“Isso convida as empresas a querer vir para Campina Grande”, ressaltou.
A secretária pontuou que é grande o número de doutores em Ciências das Tecnologias em Campina Grande, além das outras áreas, mostrando a capacidade também de formar mão de obra de alta qualidade.
“Isso se revela nos inúmeros laboratórios existentes”, pontuou.
Laryssa contou que o papel da Secretaria é usar a inovação como ferramenta de transformação na vida das pessoas, e citou a execução de 16 projetos dentro da inclusão digital e social, cumprindo com os objetivos do desenvolvimento sustentável, totalmente interligada as pautas internacionais, dando destaque a cidade, além de dar suporte dentro de outras pastas.
“Não levamos apenas inclusão digital, mas também inclusão social”, destacou.
Segundo a secretária, existe todo um trabalho desenvolvido através de parcerias com instituições, a exemplo do Ministério Público do Trabalho, e citou o Lan House Social, que visa a inclusão digital e a capacitação, oferecendo oportunidades através de cursos.
“Inauguramos a primeira no bairro das Malvinas e levaremos uma também para a Feira Central. O projeto é um instrumento importantíssimo para a inclusão digital, que não é só deixar lá o espaço, mas ocupar e trazer mais instituições parceiras para ´podermos levar vários cursos e capacitar, dar oportunidades de jovens a idosos”, explicou.
A secretária comentou sobre dados, e disse que muitos são os idosos, a nível de Brasil, com dificuldade de ler e escrever, e se tornam vulneráveis no âmbito social e digital. Ela também frisou que para os jovens existe um trabalho de parceria com o Sine Municipal, através de projetos que trazem conhecimento, capacitação, e geração de oportunidades no mercado da tecnologia, área que segundo ela, possui muita oportunidade.
“Nosso pensamento para jovens e adultos é a tecnologia para a empregabilidade, capacitando e dando condições a essas pessoas de serem absorvidas nesse mercado de trabalho”, frisou.
Redação
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