A cidade de Campina Grande, no Agreste da Paraíba, poderá ter mais uma maternidade. O anúncio foi feito durante a visita nesta segunda-feira (25) do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Ele anunciou investimentos de R$ 23 milhões no Estado. Quatro municípios foram visitados e providências foram adiantadas.
Mandetta revelou as prioridades na Paraíba, salientou as ações já feitas e as próximas a serem implantadas pelo Governo Federal no Estado. O ministro destacou primeiro a recuperação de várias portarias de habilitação e funcionamento de reconhecimento para poder andar um pouco mais a questão dos leitos de CTI.
“Revisamos toda a parte de reabilitação, que é a pessoa com deficiência que precisa desse serviço. Não podemos esquecer a epidemia de zika que tivemos anos atrás e que afetou muitas famílias no Nordeste”, pontuou.
Ele destacou ainda a implantação do Petscan no Hospital Napoleão Laureano, em João Pessoa. Em Santa Rita, ele conheceu o Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires. Em Campina Grande, ele disse que havia liberação específica. Já em Patos, o alvo foi a habilitação do Hospital do Bem, que é o hospital de atendimento ao câncer.
Gafe – Indagado sobre a Operação Calvário, que investiga a gestão de saúde na Paraíba, Mandetta confundiu o Comitê Internacional da Cruz Vermelha com a organização social gestora da saúde na Paraíba. Ele afirmou que o Governo Federal deve melhorar os métodos de acompanhamento da atuação das OSs nas instituições hospitalares.
“A gente vê com grande tristeza porque a Cruz Vermelha é uma entidade muito antiga, secular, prestou serviço grande nas guerras por conta da sua credibilidade, por conta das convenções internacionais”, confundiu. Ele disse que os ministérios públicos devem investigar e as pessoas devem ser eventualmente responsabilizadas. Concluiu informando que vão implantar mais estruturas de controle para evitar esses esquemas.
Isea – Ao final da visita em Campina Grande, o ministro reconheceu a importância do Instituto Elpídio de Almeida (Isea). Disse que o hospital tinha uma boa performance da política de partos humanizados, mas identificou a sobrecargas da instituição. O ministro comprovou o atendimento de um grande número de pacientes oriundos de cidades do interior da Paraíba e de outros Estados.
“Consideramos importante a instituição contar com mais equipamentos, habilitação de novos serviços, implantação de UTI intermediária, além do atendimento de outras necessidades”, disse. Mandetta aguardará que o governo municipal faça o devido levantamento e leve estas e outras demandas para análise em Brasília.
Nova maternidade – Presente durante a visita à Campina Grande, o prefeito Romero Rodrigues (PSDB) acompanhou a equipe de recepção. Romero também apelou para que, a curto ou médio prazo, o Ministério da Saúde construa uma nova maternidade na cidade, destinada a fazer o atendimento regional. A prefeitura se dispôs até a ceder um terreno.
Para Romero, o Isea já conta com mais de 60 anos de existência e não tem condições de atender a demanda de vários Estados. “Isto acontece embora o governo municipal já tenha feito ações como a construção de setor para o serviço de partos humanizados, casa da gestante, reconstrução da parte de ambiência, nova UTI neonatal, além de ampliação do número de leitos”, disse Romero.
Ascom
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