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Cármen Lúcia acompanha voto do relator e TSE tem maioria para deixar Bolsonaro inelegível

A tendência pelos posicionamentos anteriores já era de que a magistrada votasse pela condenação.

Publicado: 30/06/2023

FOTO: REPRODUÇÃO

O Tribunal Superior Eleitoral acaba de retomar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com voto da ministra Cármen Lúcia, que já havia adiantado ser a favor da inelegibilidade. Agora, faltam dois votos para chegar ao fim o julgamento que decide se Bolsonaro ficará inelegível por oito anos ou não.  O placar agora está 4 a 1 pela condenação.

A tendência pelos posicionamentos anteriores já era de que a magistrada votasse pela condenação do ex-presidente e o seu parecer formasse maioria no colegiado. Antes da nova reunião, três votos pela condenação e um contrário já haviam sido proferidos.

Além de Cármen Lúcia falta se manifestar ainda o presidente do TSE. Ambos os ministros foram alvos de diversos ataques do ex-presidente e a expectativa é que eles votem a favor da inelegibilidade.  

 Ainda falta também o voto do ministro Nunes Marques. Confirmada a condenação e a inelegibilidade, Bolsonaro ficará fora das eleições até 2030.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), movida pelo PDT, julga se Bolsonaro cometeu abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em uma reunião com embaixadores, em julho de 2022.  O único voto favorável a Bolsonaro foi o do ministro Raul Araújo, que votou para rejeitar a ação do PDT.

Por Monica Melo

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