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Caso Braiscompany: Polícia Federal nega suposta prisão de Antônio Neto

“Não há qualquer novidade em relação a Braiscompany”, disse a comunicação da Polícia Federal.

Publicado: 07/11/2023

FOTO: REPRODUÇÃO

Após informações apontarem na tarde desta terça-feira (7), que Antônio Neto Ais, um dos donos da Braiscompany, teria sido supostamente preso no México, a Polícia Federal na Paraíba, negou, de forma oficial, a informação. “Não há qualquer novidade em relação a Braiscompany”, disse a comunicação da Polícia Federal.

O CEO da Braiscompany está foragido desde fevereiro deste ano, logo após a deflagração da Operação Halving pela Polícia Federal. A Braiscompany é acusada de fraudes e golpes através de pirâmide financeira. Especula-se um prejuízo superior a R$ 2 bilhões.

Operação Halving

Em fevereiro de 2023, a Polícia Federal deflagrou a Operação Halving, com o objetivo de combater crimes contra o sistema financeiro e o mercado de capitais, na sede e em endereços ligados à empresa paraibana Braiscompany .A empresa captava investidores sob a promessa de investimentos em criptomoedas com retorno de 8% ao mês, e após atrasos, passou a ser suspeita de golpe de milhões com criptomoedas.

No total, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária, mas os sócios não foram encontrados. As ações da PF aconteceram na sede da empresa e em um condomínio fechado, em Campina Grande, e em uma das filiais, em João Pessoa e em São Paulo.

Entenda a polêmica da Braiscompany

A Braiscompany se envolveu em uma polêmica financeira com suspeita de atraso de pagamentos de locação de ativos digitais para clientes. Denúncias feitas nas redes sociais deram início ao caso, que desde o dia 6 de fevereiro passou a ser investigado também pelo Ministério Público da Paraíba.Idealizada pelos sócios Antonio Neto Ais e Fabrícia Ais, a Braiscompany é especialista em gestão de ativos digitais e tecnologia blockchain.

Os clientes convertiam seu dinheiro em ativos virtuais, que eram “alugados” para a companhia e ficavam sob gestão dela pelo período de um ano. Os rendimentos dos clientes representavam o pagamento pela “locação” dessas criptomoedas.

Milhares de campinenses, motivados pelo boca a boca entre parentes, amigos e conhecidos, investiram suas economias pessoais sob a promessa de um ganho financeiro ao redor de 8% ao mês. É uma taxa considerada irreal pelos padrões usuais do mercado.

Portal Paraíba

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