
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) disse, nesta quarta-feira (2), que não é o fim do mundo se as oposições tiverem até quatro candidaturas nas eleições deste ano, ao explicar falta de unidade em torno do nome ungido pelo PSDB ao governo, o pré-candidato Lucélio Cartaxo (PV). Ele disse que o PSDB tomou uma decisão autônoma ao escolher Lucélio, sem dialogar com PP e PSC.
Durante vistoria à construção de uma Unidade de Pronto Atendimento – UPA, no bairro dos Bancários, com o prefeito Luciano Cartaxo (PV), Cássio disse que há tempo ainda até as convenções para o diálogo e defende a unidade das oposições em torno de uma candidatura única. “Mas se isso não for possível, paciência, não é o fim do mundo você ter duas, três, quatro candidaturas no campo da oposição, o mundo não vai se acabar por conta disso”, opinou.
Ele afirmou que PSC e PP têm tempo para deliberar, como aconteceu com o PSDB, mas disse que o processo vai ser liderado por Lucélio Cartaxo, com a sua colaboração, do senador Raimundo Lira, deputados, prefeitos para tentar estabelecer um ambiente para a unidade das oposições. “Se isso não for possível, vamos ter que conviver com duas, ou três, quatro candidaturas no campo das oposições, o que não é o fim do mundo”.
Cássio, no entanto, chamou de ruído as informações sobre suposta reunião das oposições que definiu o apoio a Lucélio Cartaxo, deixando de fora da definição partidos aliados do campo das oposições.
Cássio explicou que a escolha do pré-candidato do PV foi uma decisão interna do PSDB. “Dentro da nossa autonomia e respeitando a independência de cada partido, nós tomamos uma deliberação”, disse.
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