O prefeito de Pocinhos, Claúdio Chaves (PTB), foi um dos entrevistados deste sábado (07), do programa Se Liga PB, na Rádio Cidade AM 1310. Durante a entrevista, Chaves fez um balanço de suas ações a frente do município, e não deixou de falar das fortes críticas que a oposição tem feito ao seu trabalho, especialmente após o TRE-PB absolvê-lo, por 7 votos a 0, do último processo de cassação movido pela chapa adversária.
“Nós tínhamos o compromisso com o trabalho. E está provado: por 7 a 0, ganhamos de um grupo, que o seu maior líder diz que só é pra ajudar Pocinhos quando tiver um prefeito amigo. O povo de Pocinhos mais uma vez disse não, a esse grupo que não tem interesse de ver a nossa cidade crescer e se desenvolver”, afirmou Claúdio na sua fala inicial, sobre a sentença que absolveu o prefeito das acusações de compra de votos.
Claúdio lembrou que o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino(PSB), falava “aos quatro cantos”, durante o processo, que o prefeito eleito não seria diplomado, logo após que ele teria o mandato cassado, e a segunda colocada, a sua esposa Eliane Galdino(PSB), iria assumir. “Isso é triste, pelo seguinte: Mostra o respeito que não ele tem com os correligionários. Ele dizia que eu não ia ser diplomado, depois que eu não iria assumir, e que a mulher iria assumir a prefeitura. Ele não teve o mínimo respeito com que votou nele”, afirmou o prefeito, lembrando das inúmeras pessoas, que foram mobilizadas, para ficar de frente ao Fórum, nos dias de audiência.
“Ele continua enganando toda a população de Pocinhos, como se fosse o tempo em que as pessoas acreditam em roda quadrada. Ao invés dele resolver os problemas de Pocinhos, procura mais uma vez enganar as pessoas. Ele dizia, em palanque, que nunca não iria sentir a dor da derrota. Sentiu com a derrota do sobrinho dele, outra com a esposa, e agora essa última na Justiça. E ainda pede ao governador para não ajudar Pocinhos”, alfinetou Claúdio.
“Quanto mais bate, mais dá vontade de trabalhar e fazer por Pocinhos”, declarou o prefeito, em seguida anunciando que até o final de seu mandato, o município será contemplado com área de lazer, posto de saúde, calçamento de ruas e outras ações. O prefeito lamenta esse tipo de “mesquinhez política” de seus opositores, “como se só quem morasse em Pocinhos fosse Claudio Chaves”, completa.
Para ilustrar a situação, Chaves lembrou essa semana da informação divulgada pelo Diário Oficial do Estado, após o governo firmar o convênio com a prefeitura para o transporte para os alunos da escola estadual. Segundo o prefeito, o grupo opositor havia feito uma cotação, que seria em torno de R$ 1 milhão, enquanto que a proposta da prefeitura foi de R$500 mil.
“Eles ficam jogando como se fosse a prefeitura. Eles foram atrás das empresas que tinha lá para fazer uma cotação para eles, mas que a cotação feita foi de R$ 1 milhão, enquanto a nossa foi pela metade. É por isso que eles correram para ir correr atrás, e ir para as rádios. Isso é recuo”, cutucou.
Sobre a declaração de Adriano ao governador João Azevêdo(Cidadania), de que “Pocinhos só deveria ser ajudada quando tiver um prefeito amigo”, o prefeito acredita que “isso vai demorar a acontecer”. “Vai demorar muito a eles terem esse prefeito amigo. Porque o povo de Pocinhos já deu a resposta”, retruca. “O problema é que ele não querem ajudar Pocinhos. Porque é aquela história: Quanto pior melhor”.
A entrevista foi conduzida pelos jornalistas Paolloh Oliver e Alidiane Carlos.
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Redação
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