Senado / Acervo Se Liga PB
A edição desta quinta-feira (03) do Diário Oficial da União trouxe a autorização de concurso público para o Senado Federal. De acordo com a publicação, serão ofertadas 40 vagas efetivas, além de formação de banca de reserva. Os salários oferecidos poderão chegar a até R$ 32 mil.
Ainda não há informações sobre a banca que realizará o certame ou o cronograma.
Confira como será a distribuição das vagas:
Último concurso
A seleção mais recente que foi feita com vagas para o Senado ocorreu em 2011 e foi organizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O edital previu 246 vagas imediatas para os níveis médio e superior, nas carreiras de técnico, analista e consultor legislativo. Mais de 157 mil candidatos se inscreveram.
Agências reguladoras precisam de 2 mil novos servidores
A carreira tem uma das remunerações mais altas de todo o funcionalismo público. Apesar dos vencimentos básicos ficarem entre R$ 2 mil e R$ 6 mil, as gratificações de função legislativa elevam os salários a patamares muito superiores.
Os cargos que exigem nível médio têm salário inicial de R$ 13,8 mil. Os candidatos com nível superior podem concorrer a analista, com rendimento de R$ 24,7 mil, e a consultores, que podem receber até R$ 32 mil mensais desde o começo da carreira.
Servidores
Do total de 8.736 profissionais que trabalham na Casa, 75% são comissionados ou terceirizados. Os servidores efetivos somam 2.130, e 25% deles atendem aos requisitos necessários para aposentadoria – podem deixar seus postos a qualquer momento. Fora isso, mais de 1,2 mil cargos aguardam concurso público para serem preenchidos.
Alguns dos cargos de carreira estão com menos da metade do contingente, como os da área de processo legislativo. Os analistas estão com 228 das 420 vagas em aberto e os técnicos precisam preencher mais da metade dos postos.
Em situação semelhante, está a área de informática. Dos 250 analistas, faltam 67 para completar o quadro. Entre os técnicos, 27 estão dando conta do trabalho de 105. Para a administração, estão vagos 43% dos cargos de analistas e 40% dos técnicos: um total de 248 profissionais a menos para cumprir as atividades.
Entre os consultores, cargo com melhor remuneração, o caso mais grave é de assistência legislativa. Há 41 vagas, seguido de quem cuida dos orçamentos, com 9 vagas. Os policiais legislativos – atribuição que exige nível médio e atrai muitos interessados – têm 198 postos preenchidos e 162 vagos.
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