
Felipe pode fizer que se sentiu parte do processo de geração física da sua filha, Marina. Isso porque, mesmo após seu nascimento, a criança precisava de um transplante de fígado para sobreviver.
“Me coloquei em primeiro lugar como doador não queria saber das consequências, apenas que ela ficasse bem. Cheguei a perder 20 quilos em quatro meses, tudo por ela e e faria tudo de novo”, contou emocionado.
Assista a matéria da repórter Thais Aureliano para o Sistema Arapuan:
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Fonte: Paraíba












