Romero esclarece cancelamento dos shows de Waldonys, Eliane e Rita de Cássia no PP esse ano

O prefeito diz que os artistas já tinha sido comunicados do cancelamento, há 20 dias atrás.

8 de junho de 2019   

Romero Rodrigues, atendendo a imprensa no Parque do Povo. (Foto: Paolloh Oliver-Se Liga PB)

Durante passagem pelo Parque do Povo, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues(PSD), comentou sobre a nota que circula nas redes sociais, sobre o cancelamento dos shows dos cantores Waldonys, Eliane e Rita de Cássia no Maior São João do Mundo 2019. No comunicado conjunto, os artistas falam em ir entrar na Justiça, devido ao cancelamento.

Romero diz lamentar a não contratação dos artistas, e frisa que o cancelamento da apresentação dos três já havia sido anunciada há 20 dias atrás, mas a nota conjunta dos três artistas foi divulgada minutos após o anúncio da desistência de Ivete Sangalo. “Essa questão de mudança já havia sido divulgado. Mas quando saiu o fato de Ivete Sangalo, aí todo mundo quer aparecer na fita. Mas essa mudança já tinha sido divulgada, inclusive uma nova programação”, destacou.

O prefeito reforçou a qualidade dos artistas, e reforça que por vezes não é possível contratar todas as atrações possíveis. “Será que é possível se ter a obrigação de contratar todo mundo? Isso faz parte da festa”, sublinhou. “Porque se fosse assim, não precisava nem de empresa ou de prefeitura, os cantores é quem diziam ‘tem que me contratar’, e não é assim. Não é assim que funciona em lugar nenhum do mundo”, pontuou.

Ele ainda frisou que “Waldonys é um mega cantor, alguém que tem um carinho todo especial”, mas que o cancelamento de sua apresentação já tinha sido anunciada há 20 dias atrás. “Esses contatos já estava acontecendo entre ele e a empresa, agora quando surgiu o fato com Ivete Sangalo aí todo mundo quer pegar carona”, disse, complementando que o poder público não tem recursos financeiros suficientes para contratar várias atrações.

“A gente respeita Waldonys, tenho um carinho por ele, mas não pode ser assim, na base da imposição. Existe contrato. Se ele não está esse ano, pode estar ano que vem”, finalizou Romero Rodrigues.

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Redação