
Uma menina de seis anos de idade do município de Montadas, no agreste, está sofrendo com um problema de saúde bem comum, mas que está trazendo sérios danos para sua vida. Ela foi diagnosticada com estrabismo e Adenóide.
Maria Eduarda tinha uma visão normal até março desse ano, mês que começou os sintomas de dores de cabeça. A mãe de Eduarda, Mirian Cirino, disse que sempre pela madrugada a filha reclamava de muita dor na cabeça. “Depois disso eu percebi que minha filha tinha perdido o alinhamento dos olhos, isso foi confirmado na consulta de vista”, relatou.
Além da consulta com oftalmologista Maria Eduarda precisou de outros exames por causa das dores de cabeça. A mãe explica que procurou o Sistema Único de Saúde (SUS), mas recebeu a informação que a filha só poderia ser atendida nos próximos dois meses, sendo que o caso é urgente.
Por conta dos gastos, a família teve a ideia de fazer rifas, mas os valores arrecadados foram inferiores aos exames necessitados. “O pouco arrecadado foi para medicação e suplemento”, garantiu uma tia de Eduarda.
Outro problema enfrentado pela família é o fato de Eduarda ter sido diagnosticada com Adenóide e precisa de uma cirurgia urgente. A família também tentou pelo SUS, mas não conseguiu. O procedimento custa mais de R$ 3.500 reais, mas falta dinheiro.
A mãe pede ajuda para o tratamento da filha. “O caso dela era para ser coisa rápida e não demorar dessa forma”, apela.
Outra preocupação é a ida à escola. Maria Eduarda reclama das intensas dores de cabeça. “Eu quero voltar a olhar melhor. Queria resolver esses problemas”, apela à garota.
A Secretaria de Saúde de Montadas informou que tudo que foi da competência do município foi feito, incluindo a marcação de exames e consultas médicas. As cirurgias, segundo a secretaria, só não foram marcadas porque não existia laudo médico e, assim que esse laudo for emitido, os procedimentos cirúrgicos serão providenciados.
Redação.










