O prazo anunciado para solucionar o descarte de restos de animais no Assentamento Junco, em Esperança, teria terminado sem que o problema fosse resolvido. A situação voltou a ganhar repercussão após o comunicador Guga Fala publicar um novo vídeo cobrando providências.
A denúncia inicial foi apresentada por moradores e repercutida pelo Se Liga PB. Pelas imagens divulgadas, restos de animais, apontados como provenientes do matadouro público, estariam sendo depositados a céu aberto nas proximidades da comunidade.
Após a repercussão do caso, a Prefeitura de Esperança informou que seria realizada a contratação de uma empresa especializada para o recolhimento, transporte e destinação adequada do material. O prazo informado para a adoção da medida teria sido de dez dias.
No entanto, segundo Guga Fala, o período passou e nenhuma mudança foi percebida pelos moradores. No novo vídeo, o comunicador retorna ao local e afirma que os resíduos permanecem expostos.
“Foi prometida uma solução, mas os moradores continuam convivendo com o mesmo problema”, destaca a nova cobrança apresentada nas redes sociais.
Problema vai além do mau cheiro
A permanência de restos de animais em decomposição pode provocar mau cheiro intenso e atrair moscas, ratos, baratas, urubus e outros animais. Também existe preocupação com a possibilidade de contaminação do solo e da água pelos líquidos liberados durante a decomposição.
A existência de dano ambiental ou sanitário, porém, deve ser confirmada por fiscalização e laudos dos órgãos competentes.
A legislação brasileira proíbe o descarte de resíduos a céu aberto e determina que materiais dessa natureza recebam tratamento e destinação ambientalmente adequados.
Dependendo do que for constatado em uma inspeção, os responsáveis pelo descarte poderão ser obrigados a remover os resíduos, recuperar a área e responder administrativamente pelos possíveis danos.
Comunidade cobra resposta
A principal cobrança dos moradores agora é para que a Prefeitura informe se a contratação da empresa foi concluída, quando o serviço será iniciado e qual será a destinação definitiva do material.
Também é necessário esclarecer se alguma medida emergencial será adotada enquanto o problema não for completamente resolvido.
O Se Liga PB reforça que a denúncia apresentada pelos moradores merece apuração e resposta rápida, especialmente diante dos possíveis riscos sanitários e ambientais.
O espaço permanece aberto para que a Prefeitura de Esperança, a direção do matadouro e os demais envolvidos apresentem esclarecimentos, documentos e informações sobre as providências adotadas.
Assista: https://www.instagram.com/reel/DbTL4eITAxj/?igsh=MWppMmJudWU0bzcyag==
Redação












