Estudantes da Escola Cidadã Integral João Goulart, em João Pessoa, realizaram ensaio fotográfico para reivindicar melhorias estruturais na instituição (Foto: Thiago Nozi/Mídia Ninja/Divulgação)
Com cartazes em mãos, estudantes da escola integral João Goulart, localizada no bairro Castelo Branco, em João Pessoa, protestaram por melhorias na estrutura física da instituição, que integra a da rede estadual da Paraíba. Embora essa pareça uma frase comum para descrever uma manifestação, um grupo de alunos decidiu inovar e realizou um ensaio fotográfico crítico, mas bem humorado, para expor as demandas.
Dentre as reivindicações feitas pelo Grêmio Estudantil está o reparo definitivo de toda a estrutura do teto da escola, a construção de uma nova subestação de energia para suportar o fluxo, consertos nas salas de aula que estão com janelas ou portas quebradas, solução das infiltrações, limpeza das áreas com entulhos e reparo dos interruptores e tomadas.
Por meio de nota, a direção da Escola Cidadã Integral João Goulart declarou que já recebeu 40 atendimentos de manutenção, desde outubro de 2017 até esta sexta-feira (20), por meio da Secretaria de Estado da Educação.
Conforme afirmado pela direção, foram realizadas intervenções como reparos de hidráulica, elétricos emergenciais, controle de pragas, conserto em portas, janelas e fechaduras, instalação de 57 ventiladores nas salas de aula, confecção e instalação de bicicletário.
Na nota, a instituição diz ainda que “os problemas são pontuais diante da estrutura da ECIT, uma das melhores do Estado”.
O grupo criou uma página no site Minha Jampa, na qual relatam a linha do tempo das reivindicações. De acordo com os estudantes, no primeiro dia de aula de 2018 a escola foi contemplada com a inauguração de 44 ar-condicionados, no entanto, a rede elétrica do local não suportou a energia necessária para fazer com que os aparelhos funcionem.
Os alunos relataram que em março buscaram a Secretaria de Estado da Educação e, com isso, conseguiram a instalação de dois ventiladores em cada sala. No entanto, em maio, o telhado de algumas salas da instituição teria caído e, por isso, os alunos realizaram um protesto, no dia 17, e fecharam uma das faixas da Via Expressa Padre Zé por duas horas.
Segundo eles, após o ato a SEE informou que o projeto da rede elétrica estava sendo elaborado e que o telhado seria reparado. No entanto, os estudantes contaram que, no mês de julho, na semana de volta às aulas, 19 das 27 salas de aula teriam sido alagadas, por conta das chuvas. Para o vice-presidente do Grêmio Estudantil, a escola é quase uma segunda casa para os estudantes. “A gente passa a maior parte do dia aqui. Então a gente quer aconchego. A gente quer chegar aqui e se sentir em casa’’, disse.
Na página que está sendo utilizada pelos estudantes na internet para divulgar a ação, há um espaço para que aqueles que desejarem apoiar o protesto encaminhem um e-mail para o Secretário de Estado da Educação, com um assunto que diz “Queremos uma escola digna para os estudantes da João Goulart”.
Com G1PB.
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