
A Folha de São Paulo repercutiu na sua edição online dessa quarta-feira, dia 04, a lei sancionada pelo governador Ricardo Coutinho, do PSB, publicada em 31 de março, que prevê que os próximos ex-governadores tenham três policiais para sua segurança pessoal. O beneficio tem prazo correspondente ao tempo que o ex-governador exerceu o mandato, com limite de quatro anos.
A folha ainda enfatiza o fato de Ricardo garantir o beneficio até o ano de 2022. “Como governador reeleito, com sete anos e quatro meses de mandato, Coutinho terá o beneficio até 2022”, enfatiza.
Outra polêmica é o fato da mesma lei que cria a segurança pessoal para os ex-governadores, também prevê a criação de cinco cargos na Fundação Casa de José Américo, órgão do governo do estado que cuida dos acervos dos ex-governadores. Esses assessores serão indicados por familiares de cada um dos cinco ex-governadores do Estado da Paraíba. Cada um terá direito a um assessor com salário de R$ 2.000. A oposição afirma que as indicações ferem o princípio da impessoalidade.
RENÚNCIA
A Folha também deu por certa a renúncia do governador Ricardo Coutinho até o próximo sábado, dia 07.
– Ricardo Coutinho deverá renunciar o cargo até o próximo sábado, dia 07, para disputar uma vaga no Senado.
Redação.










