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Fugitivos do Presídio de Segurança Máxima de Mossoró foram condenados a quase 200 anos de prisão

Os dois presos são do Acre e estavam na Penitenciária de Mossoró desde 27 de setembro de 2023.

Publicado: 15/02/2024

FOTO: REPRODUÇÃO

Os dois fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró, localizada no Rio Grande do Norte foram condenados a quase 200 anos de prisão. Os fugitivos são Rogério da Silva Mendonça, de 35 anos e Deibson Cabral Nascimento, 33 anos. A fuga da unidade federal de segurança máxima ocorreu nesta quarta-feira.

Os dois presos são do Acre e estavam na Penitenciária de Mossoró desde 27 de setembro de 2023. Eles foram transferidos após participarem de uma rebelião no presídio de segurança máxima Antônio Amaro, em Rio Branco, que resultou na morte de cinco detentos – três deles decapitados.

Rogério da Silva Mendonça responde a mais de 50 processos, entre os quais constam os crimes de homicídio e roubo. Ele é condenado a 74 anos de prisão, somadas as penas, de acordo com o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC).

Já Deibson Cabral Nascimento tem o nome ligado a mais de 30 processos e responde por crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e roubo. Ele tem 81 anos de prisão em condenações.

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, determinou uma série de providências após a fuga dos presos, incluindo a revisão de todos os equipamentos e protocolos de segurança nas cinco penitenciárias federais do país. Também foram determinados:

O afastamento imediato da atual direção da penitenciária federal de Mossoró e a indicação de um interventor para comandar a unidade. Abertura de inquérito para apurar as circunstâncias da fuga.

Deslocamento de uma equipe de peritos ao local, com objetivo de apurar responsabilidades e de atuar na recaptura dos dois fugitivos. Atuação de mais de 100 agentes federais nas buscas — a forma como essa operação para recaptura ocorre, no entanto, não foi explicada.

Com Ingreson Derze/ClickPB

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