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Governo Lula estuda concessão de estradas federais da Paraíba à iniciativa privada, que cobrará pedágio dos motoristas

Governo não estabeleceu prazo para quando o estudo será concluído. Medida analisa concessão das BRs 101, 116, 230 e 304.

Publicado: 11/08/2023

FOTO: REPRODUÇÃO

As BRs 101, 116, 230 e 304, que são algumas das rodovias federais que cortam a Paraíba, poderão ser entregues à iniciativa privada, por meio de concessão, para que empresas sejam responsáveis pela manutenção e, consequentemente, cobrem pedágio pelo tráfego de veículos. A informação foi confirmada pelo Ministério dos Transportes do Governo Federal. 

Com o lançamento do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Governo Federal autorizou a realização de estudos para verificar a viabilidade da concessão dessas rodovias. Além delas, também há estudos para a concessão de ferrovias no estado.

Se ao fim do estudo a concessão for viável, o governo entregará as rodovias à empresas privadas, por tempo determinado. Essas empresas serão responsáveis pela realização de melhorias nas rodovias, como manutenção e auxílio aos motoristas. Em troca, as empresas vão poder cobrar pedágio dos motoristas.

Serão analisados para possível concessão 406 quilômetros de extensão das BRs 101 e 230, entre Paraíba e Pernambuco, e 660 quilômetros de extensão das BRs 101, 116 e 304, que cortam a Paraíba, Ceará e o Rio Grande do Norte. O Ministério não estabeleceu prazo para a conclusão dos estudos.
 
“Estão em estudos preliminares dois lotes de rodovias federais que cortam a Paraíba. O primeiro é chamado de Nordeste 4, que inclui as BR-101/230/PE/PB e tem extensão de 406 quilômetros. O outro, Nordeste 5, possui 660 quilômetros de extensão cortando as BR-101/116/304/PB/RN/CE. Os estudos em andamento vão indicar se existe viabilidade ou não de concessão ou de parceria público-privada nestas rodovias”, informou o Ministério dos Transportes.

Sobre ferrovias do estado, o Ministério informou que os estudos de nova concessão dos equipamentos são de trechos atualmente subutilizados que serão devolvidos pela ferrovia Transnordestina.

Com Halan Azevedo

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