
O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), nesta sexta-feira (25) comentou o decreto assinado por ele autorizando a intervenção do Poder Executivo no gerenciamento do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires e do Hospital Geral de Mamanguape. Ele garantiu que organizações sociais continuarão sendo utilizadas, e até ampliadas, uma vez que o sistema já se mostrou eficiente.
“Importante é entender que o modelo de gestão hospitalar através de OS não está em questão, pois é um modelo extremamente acertado, que fez com que o Hospital de Trauma fosse o único do nordeste com a creditação em nível dois pelos serviços que presta e outra é a função exatamente de uma intervenção que houve na Cruz Vermelha nacional na do Rio Grande do Sul, com a qual temos contrato e evidentemente nos preocupa”, declarou.
João designou como interventores o Coronel Bombeiro Lucas Severiano de Lima Medeiros para o Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, e sua unidade de retaguarda, e o procurador de Estado Lúcio Landim Batista da Costa para o Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires e para o Hospital Geral de Mamanguape. De acordo com o governador, o objetivo é verificar se os processos estão sendo realizados com lisura.
“É isso que interessa ao Estado. Não tivemos notificação de nenhum órgão ao governo do estado, mas pelo fato de ter sido feita essa intervenção na Cruz Vermelha, nós tivemos que ter um cuidado maior com a preservação da prestação de serviço, por isso colocamos um interventor que vai acompanhar de perto toda a execução durante noventa dias e, caso necessário, podendo ser estendido por mais noventa”, arrematou o socialista.
Yves Feitosa/Adelton Alves












