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Jovem suspeito de matar mulher e jogar o corpo em uma calçada é preso no Sertão do Estado

A ação foi realizada por agentes do Grupo Tático Especial (GTE) e Serviço de Inteligência da 19ª Delegacia Seccional de Sousa e peritos da Polícia Científica de Cajazeiras.

Publicado: 09/03/2024

FOTO: REPRODUÇÃO

Um jovem de 18 anos foi preso na manhã desta sexta-feira (08) acusado de ter participado do crime de feminicídio contra Cristyan Kennya Alves Araújo, de 31 anos, fato ocorrido em Sousa, Sertão paraibano. O fato ocorreu na noite do último dia 25, no bairro Jardim Sorrilândia 1.”
De acordo com Polícia Civil, Iarley Alves Nogueira foi localizado na cidade de Itaporanga, na região do Vale do Piancó, e havia contra ele um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Mista da comarca de Sousa. A ação policial para esclarecer o fato foi denominada de “Operação Luminosidade”.

A investigação coordenada pelo delegado Tadeu Maia revelou que o suspeito teria mantido relações sexuais com a vítima em sua residência na cidade de Sousa e que em seguida ele teria assassinado a mulher por meio de espancamento e utilizado uma panela de alumínio para atingir a cabeça da dela . Horas depois o corpo de Cristyan Kennya foi encontrado na calçada de um estabelecimento comercial localizado na rua Herotildes Serafim dos Santos.

“Para chegar ao acusado diversas ações foram executadas, desde a captura e análise de imagens de câmeras de monitoramento, coleta de microvestígios, aplicação de luminol, representações por busca e apreensão e prisão preventiva”, disse o delegado.
Após a prisão, Iarley Alves foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil em Sousa para prestar esclarecimentos sobre o caso. Segundo a autoridade policial, ele confessou ter matado a mulher motivado por uma discussão. O suspeito ficará preso na Colônia Penal Agrícola do Sertão, na cidade de Sousa.

A ação foi realizada por agentes do Grupo Tático Especial (GTE) e Serviço de Inteligência da 19ª Delegacia Seccional de Sousa e peritos da Polícia Científica de Cajazeiras.

Luminosidade:

O delegado Tadeu Maia disse nesta tarde ao Blog do Levi que o nome dado a operação faz referência a necessidade latente de “lançar luz” sobre os crimes praticados contra as mulheres, revelando os autores, que muitas vezes se valem da privacidade do lar para tentar se manter impunes. Outra referência importante da nomenclatura ressalta o alto nível investigativo, através da utilização de tecnologias e da ciência nas apurações criminais.

Portal Paraíba

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