A cidade de Campina Grande avançou 54 posições no ranking que Connected Smart Citise, que mede a eficiência das cidades em diversos setores de atuação do Poder Público e sua capacidade de resolver problemas de forma articulada e com soluções inteligentes. Campina, que aparecia em 97º da lista em 2017, chegou ao 43º posto em 2018. Na Paraíba, a cidade ainda perde para João Pessoa, que foi apontada como a 36ª mais inteligente do país. A capital paraibana cresceu 11 posições desde o ano passado. Ambos os municípios tiveram seu melhor desempenho no quesito Meio Ambiente.
As cidades paraibanas alcançaram posições de destaque em três setores, figurando entre os 10 melhores índices do Brasil. João Pessoa e Campina Grande aparecem bem no quesito Meio Ambiente, estando em 4º e 6º lugares no país, respectivamente. A capital ainda recebe o título de cidade mais inteligente no setor em todo o Nordeste. O quesito leva em consideração a coleta de resíduos, abastecimento de água, redes de esgoto e o monitoramento de áreas de risco.
O superintendente da Autarquia Municipal Especial de Limpeza Urbana (Emlur), Lucius Fabiani, afirmou que diversas iniciativas, como o monitoramento online da coleta, têm contribuído com a melhora do serviço prestado á população.
TERCEIRO EM SEGURANÇA
Na Paraíba também está a terceira cidade mais inteligente do Brasil no quesito segurança. Trata-se de Cabedelo, que ficou atrás apenas de Ipojuca (PE) e São M. dos Campos (AL). O ranking leva em consideração o número de homicídios, mortes no trânsito, despesas com segurança e aparato da polícia, guarda civil e agentes de mobilidade.
O secretário estadual de Segurança e Defesa Social, Cláudio Lima, afirma que a criação da Área Integrada de Segurança Pública de Cabedelo contribui para a segurança do local reduzindo o número anual de homicídios de 140, em 2010, a pouco mais de 30, em 2017. “Temos contado com quadros competentes que fizeram um excelente trabalho na Polícia Civil e um trabalho empírico que tem surtido efeito. A cidade reagiu bem a isso”, afirmou.
O diretor de Operações e Manutenção da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Joaquim Almeida, afirma que o órgão investiu em automação para evitar desperdício e garantir uma melhor distribuição de água. “Fazemos uma medição da água que é distribuída e da que é realmente consumida, assim temos um maior controle da perda. A automação dos sistemas facilita o nosso trabalho por permitir um maior domínio do sistema, garantindo uma resposta mais rápida”, explicou.
Arthur Araújo
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