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Justiça mantém prisão e, após audiência de custódia, Padre Egídio é conduzido a presídio em João Pessoa

Ele passou por audiência de custódia, realizada na tarde desta sexta-feira (17), no Fórum Criminal de João Pessoa, e, logo em seguida foi encaminhado para o Presídio Especial.

Publicado: 17/11/2023

FOTO: REPRODUÇÃO

A Justiça da Paraíba decidiu por manter a prisão do Padre Egídio Carvalho, acusado de desvios no Hospital Padre Zé. Ele passou por audiência de custódia, realizada na tarde desta sexta-feira (17), no Fórum Criminal de João Pessoa, e, logo em seguida foi encaminhado para o Presídio Especial, localizado na região do 5º Batalhão da Polícia Militar, no bairro Valentina Figueiredo. O espaço é destinado a presos que possuem curso superior.

De acordo com investigações do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB), o religioso é suspeito de liderar um esquema criminoso que teria desviado cerca de R$ 140 milhões do Hospital Padre Zé, na Capital, e da Ação Social Arquidiocesana (ASA). Os desvios ocorreram entre 2013 e setembro deste ano.

Devido à “possibilidade de ocorrerem novas fraudes”, o desembargador Ricardo Vital de Almeida expediu mandado de prisão preventiva contra o padre Egídio de Carvalho.

Na mesma operação, Jannyne Dantas e Amanda Duarte foram abordada em Mamanguape por uma guarnição da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no início da tarde desta sexta-feira (17), e conduzidas até a delegacia. Elas também são investigadas por suspeita de participarem de um esquema de desvio de dinheiro do Hospital Padre Zé, foram

Amanda Duarte Silva Dantas, que possui uma filha com menos de um ano de idade e em processo de amamentação, teve a prisão convertida em domiciliar pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida, do Tribunal de Justiça da Paraíba.

Ela também será monitorada eletronicamente; está proibida de se ausentar da Comarca que reside sem autorização judicial; é obrigada a manter atualizados os endereços, contatos, telefones, e-mails e demais meios de comunicação. Amanda ainda está obrigada a comparecer espontaneamente a todos os atos processuais. O magistrado determinou ainda que a suspeita não tente manter contato, tanto pessoal como virtualmente, inclusive por meio de terceiras pessoas, com os demais investigados e testemunhas já existentes nos autos da investigação e outras porventura a serem inseridas no contexto.

PB Agora

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