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Justiça reconhece ilegalidade na prisão do jovem Mateus Apolinário

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O MP deu parecer favorável pela soltura do jovem que tem 24 anos e foi detido dentro da panificadora da família no bairro Catolé, o Mateus Apolinário  foi preso e acusado de integrar uma gangue de assaltos a residências em Campina Grande, segundo a polícia, ele teria sido reconhecido por vitimas dos assaltos. Os advogados de Mateus conseguiram provar que em dois assaltos, o jovem Mateus foi filmado em outras atividades, portanto não teria como ele está em dois lugares ao mesmo tempo. A Justiça considerou a prisão ilegal e ele foi solto, depois da audiência de custódia, em Campina.

“Inicialmente uma operação que era conjunta entre Polícia Cívil e Militar em Campina Grande, estavam investigando uma gangue que existe em Campina Grande, que realizava assaltos a residências. Essas gangues esperavam as pessoas chegar na porta de casa, essas gangues abordavam as pessoas, entravam nas casas com as pessoas, roubavam os pertences  que tinha dentro, mediante grave ameaça, trancando as pessoas no quarto e algemando e levava todos os pertences nos carros e inclusive os carros das próprias vítimas e depois abandonavam o veículo”, pontua o advogado, Dr. Junior Meira.

“A partir das investigações , houve uma suposta denúncia anônima, de que o Mateus Apolinário seria um dos formadores dessa gangue e a polícia foi na Padaria onde ele trabalha, uma padaria muito conhecida, próxima ao Luiza Motta e entendendo que existia flagrante ainda,  o levou preso, ele é muito conhecido em Campina Grande e ele pregando a todo tempo que não fazia parte de nenhuma gangue. O reconhecimento por parte das vítimas dos 3 assaltos, uma diz que reconhece, outra diz que não reconhece na totalidade e outra vítima diz que não reconhece, de forma alguma o Mateus. Durante 2 assaltos, temos vídeos dele em dois lugares diferentes, em um dos assaltos, ele estava trabalhando na padaria, em outro assalto, temos vídeo dele correndo no açude velho, isso demonstra que ele não poderia está em dois lugares ao mesmo tempo”, explica o advogado.

Advogado Dr. Júnior Meira

“A defesa reconhece o trabalho da Polícia Cívil, mas que a prisão na forma, que se fez, dizendo que era flagrante, foi ilegal, hoje aconteceu a audiência de custódia e requeremos a revogação da prisão, o relaxamento da prisão. Depois do MP ter sido favorável a soltura do meu cliente, a Juiza Dra. Francilene acabou por soltar e ele deve responder o processo em liberdade”, finaliza o advogado, Dr. Júnior Meira.

Acompanhe a fala de Mateus após sair da prisão:

https://www.instagram.com/p/CPqbyoyhAVL/


Da Redação.

Redação

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