Claudio Chaves - Prefeito de Pocinhos / Foto: Acervo Redes Sociais
“A gente tem a preocupação de melhorar a situação de Pocinhos, diferente de muita gente que não quer saber. Esse pessoal de copa do mundo, que só chega de quatro em quatro anos em Pocinhos”. Essa foi uma das declarações do prefeito de Pocinhos, Claúdio Chaves (PTB), em entrevista ao programa Caturité nos Municípios, da Rádio Caturité FM, desta sexta-feira (07). Claúdio lamenta que Pocinhos seja penalizada por brigas políticas, especialmente por lideranças da oposição no município.
Ele pontua que muitas obras do governo do estado em Pocinhos, a exemplo do prédio da Escola Afonso Campos, que está abandonado e sem utilidade, pelo fato de não querer fazer parcerias com o prefeito Claúdio.“A gente tem buscado parceria, mas infelizmente, muitas vezes, a recíproca não é verdadeira. Nós estamos aí, prontos. Eu sempre digo que se ajudar Pocinhos, tem o nosso apoio total. Um dos exemplos disso é o prédio da antiga escola estadual Afonso Campos, que quem passa por ali vê aquele prédio caindo e abandonado. Algo triste de se ver”, diz o chefe do executivo pocinhense.
O prefeito ainda esclareceu alguns fatos que foram colocados em lives, como o de que o prefeito precisava fazer quadras nas escolas, algo, que segundo ele, já está fazendo. Outra denúncia, feita nas lives, foi de que ele precisava fazer ampliação e melhoria nas escolas, algo que também está sendo feito. Claúdio lembra que foi a prefeitura que doou um terreno, para que a escola estadual construa uma quadra. “Eu nunca me neguei a ajudar, ou que eu não faço”, esclareceu Claúdio, acrescentando que foi ele próprio e o presidente da Câmara, vereador Jorge Alberto, que fizeram a medição do terreno, feito pelo deputado ao presidente.
“Não é o prefeito, porque o prefeito é quatro anos, mas os benefícios da população continuam a serviço do povo”, destaca Claúdio, pontuando que muitas dessas articulações para o andamento de obras tem o dedo da vice-prefeita Maísa Souto, que apesar de ser uma figura discreta, tem ajudado muito a gestão nos bastidores. Claúdio relembrou, que em 2017, quando precisou se afastar por questões de saúde da prefeitura, houve um problema na cadeia pública de Pocinhos. A prefeita interina, Maísa Souto, enviou um ofício ao governo do estado, oferecendo um terreno para a construção de uma nova estrutura para a cadeia. “E até hoje nada”, lamentou o prefeito, destacando que o atual prédio vai voltar para o município, já que é da prefeitura.
COVID-19
Claúdio pontuou as ações que a prefeitura está desenvolvendo, em virtude da pandemia da Covid-19. O prefeito lamenta que ainda não se tenha um controle efetivo do vírus, mas que o que está ao alcance da prefeitura está fazendo. Essa semana, os agentes de combate as endemias estão visitando os locais públicos, para fazer higienização, e que a partir da próxima terça-feira será intensificado no comércio todo.
A secretária de saúde está planejando palestras sobre a doença, intensificando as campanhas de conscientização. “Tem gente que pensa, que porque o comércio está reabrindo, que a doença acabou. E aí é que está o mal. Se não for com a ajuda da população, a gente não vai sair dessa pandemia. Se a prefeitura tomar as medidas, mas a população não, a gente não vai ter como controlar a situação”, conclamou o prefeito Claúdio.
OUTROS ANÚNCIOS
O prefeito anunciou a reabertura do matadouro público municipal; Alguns setores da feira estão sendo reabertos paulatinamente; Mini-quadra nas escolas de Santa Terezinha, Maris Preto, Malhada do Rio, Conpel e Boqueirão; Em Nazaré mini-quadra, campo de futebol, academia popular, reforma da escola Castro Alves e várias outras ações e obras.
QUESTIONAMENTOS
O prefeito Claúdio questionou aonde foram gastos os R$ 700 mil para a Escola padre Galvão, no ano de 2012, assim como os recursos que foram destinados ao Hospital de Pocinhos, na gestão do ex-prefeito Arthur Galdino, que inclusive o Tribunal de Contas do Estado(TCE) condenou o ex-gestor, já que o serviço não correspondia com o que estava no projeto do Hospital. “Esse povo esquece, mas a população de Pocinhos não”, sublinhou.
Claúdio diz que se o hospital de Pocinhos estivesse funcionando, da maneira que deveria, seria em média 15 cirurgias eletivas por semana, por ano 720 procedimentos. “Mas eles(a oposição) não querem saber disso”, disse o prefeito, pontuando que a prefeitura gasta mensalmente R$ 252 mil com o Hospital, mesmo com a negativa por parte do governo estadual, em mandar recursos para a unidade. Hoje o Hospital depende, apenas, de recursos do governo federal. Claúdio diz que tentou, por várias vezes, um convênio com o governo do estado, para subsidiar o hospital, mas foi negado essa ajuda aos pocinhenses.
Redação
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