Em dias de grande público, vigilância é reforçada para fazer as revistas nas entradas do Parque do Povo

Logo na entrada do PP, os seguranças realizam uma revista. Homens e mulheres são revistados, com o objetivo de impedir a entrada de objetos perfuro-cortantes, armas, drogas e outros elementos

14 de junho de 2019   

De 7 de Junho a 7 de Julho, milhares de visitantes e turistas vão passar pelo Parque do Povo, em Campina Grande, palco da programação da 36ª edição do Maior São do Mundo. Em dias de grandes shows, o “quartel general” do forró chega a receber uma grande multidão. Diante desse número, se aumenta a preocupação com a segurança dos forrozeiros, exigindo uma força conjunta para garantir a paz de quem vai brincar o São João.

Logo na entrada do PP, os seguranças realizam uma revista. Homens e mulheres são revistados, com o objetivo de impedir a entrada de objetos perfuro-cortantes, armas, drogas e outros elementos. Segundo o coordenador de Segurança da Shanally Vigilância, empresa responsável pela segurança do evento, Cizenildo Cosmo do Nascimento, cerca de 50 vigilantes estão disponíveis para realizar esse trabalho.

“Nós somos responsáveis pelas entradas, o foco nosso são as revistas, tanto homens quanto mulheres”, explica Cizenildo. Nas cinco entradas principais no Parque do Povo, cada uma delas conta com até oito seguranças para fazer as revistas, além de vigilantes espalhados em pontos estratégicos. Nos dias de grandes atrações, a empresa trabalha com o seu contingente total.

Cizenildo Cosmo ainda dá dicas de segurança, para permitir um trabalho mais eficaz dos vigilantes. Aos menores de 16 anos, é pedido que esteja portando um documento de identidade,caso não esteja acompanhado dos pais ou responsáveis, além de uma autorização judicial para entrar no Parque do Povo. “Acima de 16 anos, ele precisa apenas estar com o RG original, e não pode ser cópia”, pontua.

Quanto a entrada de bebidas no evento, o coordenador lembra que os usuários devem levar em recipientes plásticos, sendo proibida a entrada ou comercialização no local de latas ou garrafas de vidro. “Essas são as recomendações, e logo na entrada o forrozeiro passa por uma revista”, finalizou Cizenildo Cosmo dos Santos.

Redação com Ascom