Olímpio Oliveira se coloca à disposição para ser candidato a prefeito de CG, e diz que a cidade “carece” de um líder de oposição

Segundo Olímpio, a oposição em Campina Grande tem bons nomes, mas não tem um projeto definido

10 de janeiro de 2019   

Olímpio Oliveira nos estúdios da Caturité FM (Foto: Rafael Augusto)

Em entrevista à Caturité FM, nesta quarta-feira(09), o vereador licenciado de Campina Grande, Olímpio Oliveira(MDB), destaca que a oposição na cidade está “carecendo de uma liderança”, e que os representantes de oposição ao governo de Romero Rodrigues não tem um direcionamento há um bom tempo.”Você não tem alguém que coordena esse campo da oposição aqui em Campina Grande. Tanto é que, há cerca de dois anos, eu entreguei a liderança da bancada de oposição da Câmara, porque você não tem a quem se reportar”, desabafa Olímpio.

“Não é você ser subserviente, mas você precisa saber qual é o projeto. Você está dentro de quê projeto?”, indaga o emedebista. O vereador diz que buscou essas respostas, em vista de reunificar a bancada de oposição, mas que largou ao perceber a ausência de uma liderança. “Espero que as seguidas derrotas que tivemos aqui em Campina Grande, sirva para essa reflexão”, completou.

Segundo o parlamentar, existe uma cidade há ser discutida, e que possa despertar na população outras possibilidades de projetos políticos, mas que isso só poderá ser feito tendo uma direção. “Porque senão fica aquela coisa de cada um agindo por si, achando que está contribuindo para um todo,e termina que ao invés de contribuir está prejudicando”, salienta.

Olímpio, que atualmente está afastado do mandato e exercendo as suas atividades como delegado da Polícia Civil, já reforça que está colocando seu nome à disposição entre a oposição para ser candidato a prefeito de Campina Grande. “Coloco o meu nome como uma opção no campo das oposições, não desconhecendo outras forças”, disse, reforçando outros nomes como o de Ana Claúdia Vital do Rêgo, Inácio Falcão(PC do B), Metuselá Agra(MDB), Anderson Maia(PSB) e outros nomes.

“Nós temos muitos nomes, entretanto mais do que nomes nós precisamos ter um projeto”, finalizou Olímpio Oliveira.

Redação