Presidente da ALPB revela interesse de Veneziano, em retornar ao comando da PMCG

Adriano Galdino diz que nas conversas que tem tido com o senador Veneziano, ele demonstra interesse em voltar ao executivo campinense

11 de junho de 2019   

Adriano Galdino ao lado de Veneziano Vital do Rego. (Foto:Arquivo Facebook)

O senador Veneziano Vital do Rêgo(PSB) não esconde sua vontade de voltar à prefeitura de Campina Grande. Essa foi a revelação do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino(PSB), em entrevista ao programa Correio Debate, da Rádio Correio FM, nesta terça-feira(11).

Galdino frisa que tem sentido essa vontade nas últimas conversas que tem tido com Veneziano, que na sua opinião “é o candidato mais forte das oposições, para disputar a prefeitura de Campina Grande”. “O nosso melhor candidato, com toda a certeza, seria o senador Veneziano. É o candidato que tem mais força popular, e por incrível que pareça, conversei com ele e o senti com vontade”, disse.

“O amor que Veneziano tem por Campina Grande é muito grande, eu senti essa vontade, não sei se ele realmente vai. Mas é o nome mais forte”, pontuou o presidente. Adriano ainda citou outros nomes que pode se candidatar, representando o governo do estado, a exemplo do deputado estadual Inácio Falcão(PCdoB) e da suplente de deputada federal e secretaria de desenvolvimento e articulação municipal, Ana Claúdia Vital do Rêgo(Podemos), que é esposa de Veneziano.

ORÇAMENTO IMPOSITIVO NA ALPB

Adriano ainda comentou sobre uma PEC, de autoria do deputado estadual Nabor Wanderley(MDB), propõe um orçamento impositivo na gestão do estado. De início, a bancada governista se posicionou contrária à proposta, alegando que isso poderia comprometer as finanças do estado.

Galdino, por sua vez, ser defensor da emenda impositiva.”Eu defendo. É um movimento nacional, apenas seis parlamentos no Brasil não tem uma emenda impositiva, e a Paraíba é um deles. No Congresso já existe o orçamento impositivo, que é muito mais forte, e eu defendo dentro da bancada a emenda impositiva”, opinou.

“Que fazê-la em consenso com o executivo. Porque nós não podemos prejudicar os serviços essenciais do governo, como salários em dia, ou investimentos na saúde ou educação. Nós precisamos fazer esse consenso”, finalizou Adriano Galdino.

Redação