TIRO NO PÉ: vereadores de oposição conspiram contra presidente da Câmara de Montadas e o “jogo sujo” poderá favorecer o prefeito

Consultado pela nossa equipe, o presidente da Câmara de Montadas confirmou as informações

15 de maio de 2019   

Foto montagem

Informações dão conta que três vereadores de oposição de Montadas, no agreste, estariam conspirando o afastamento do presidente da Câmara, Ronaldo de Oliveira (PSD).

Depois de algumas reuniões secretas, incluindo uma realizada na última terça-feira, dia 14, na residência de um vereador na zona rural, foi assinado um requerimento solicitando uma sessão extraodinária. Na ocasião assinaram sete vereadores, incluindo três da oposição: Tito (PSB); Eliane (PSB) e Basto (PSB).

Consultado pela nossa equipe, o presidente da Câmara de Montadas confirmou as informações. Ronaldo garante que tomou conhecimento da façanha dos colegas e apenas acreditou quando teve acesso aos documentos que comprovaram o feito. “Sim, tomei conhecimento da façanha dos colegas vereadores. Soube do ocorrido com muita surpresa e indignação”, confirmou.

Ronaldo aproveitou o momento para relembrar o fato que aconteceu com o vereador Basto de Militão. Em dezembro de 2017, o vereador postou um vídeo se masturbando em uma escola pública. O ocorrido foi parar na Câmara. “Naquele momento eu fui correto em defender o mandato de um vereador eleito democraticamente. Eu esperava desse mesmo parlamentar a decência e a honestidade que eu tive com o mesmo”.

CURIOSIDADE:          

O que os vereadores não esperavam era que a ação traiçoeira virasse contra o próprio grupo de oposição. A atitude abriu caminhos de diálogo entre o presidente da Câmara e o prefeito Jonas Souza (PSD).

Outra curiosidade, focada pelo próprio presidente Ronaldo, é que a Câmara poderá apreciar um novo pedido de afastamento do vereador Basto de Militão, por quebra de decoro parlamentar. A ação abriria caminho para o suplente Michell Platimir (PDT) assumir o mandato.  Com isso, o prefeito Jonas passaria a contar com seis vereadores na Câmara Municipal.

E aí, foi um tiro no pé?

Redação