No último final de semana, por exemplo, grupos organizaram um ‘rolezinho’ no local justamente para fazer o consumo de entorpecentes. Segundo populares, o encontro reuniu cerca de 200 jovens, que só foram dispersados com a chegada da Polícia Militar.
O secretário de Esporte, Juventude e Lazer da Prefeitura de Campina Grande, Teles Albuquerque, durante entrevista nesta quarta-feira (28), admitiu dificuldades para administrar o problema. Segundo ele, há aproximadamente seis meses o uso de maconha tem sido recorrente no local.
Para Teles, esse é um caso de cracolândia em que a polícia deve e tem de intervir.
“Se o propósito é adentrar ao parque para praticar essa atividade ilícita, então deve ser proibido. É caso de Cracolândia, mas é um negócio mais diferenciado. Pelo que eu sei, isso não está liberado e nem deve ser liberado”, disse.
Apesar de estar na iminência do período das férias escolares, o espaço está sendo fechado no horário do meio dia justamente para evitar encontro de dependentes químicos.
Conforme o secretário, se não fosse a parceria com a Polícia Militar, seria impossível transitar no local.
PB Agora
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