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PCC executa homens que planejaram sequestro de Sergio Moro

Eles haviam sido presos em março de 2023, acusados de integrar um plano para sequestrar e executar o senador, o promotor de Justiça, Linconl Gakya e outras autoridades.

Publicado: 18/06/2024

FOTO: REPRODUÇÃO

O PCC executou dois homens que planejaram o sequestro de Sergio Moro dentro do presídio de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, na tarde desta segunda-feira (17). Eles haviam sido presos em março de 2023, acusados de integrar um plano para sequestrar e executar o senador, o promotor de Justiça, Linconl Gakya e outras autoridades.

O plano milionário tinha como objetivo final libertar Marcos Herbas Camacho, o Marcola, líder máximo da maior facção do pais, o PCC, preso há 24 anos e condenado há mais de 300 por homicídios, roubos, sequestros e tráfico de drogas.

Segundo a investigação da Polícia Federal, o planejamento começou antes das eleições e tinha como principal missão, sequestrar o ex-juiz e atual senador da república, Sergio Moro

Um esquema que contou com uma célula de criminosos que tinha como tarefa seguir os passos de moro e da família dele. O plano também era atacar presídios federais, sequestrar autoridades do judiciário e do ministério público e funcionários do sistema prisional.

Em seis meses, o PCC teria gasto mais de meio milhão de reais, só com o aluguel de casas e apartamentos em Curitiba e chácaras em cidades do interior do Paraná, tudo para ficar perto do principal alvo do plano, o senador Sergio Moro.

O esquema criminoso também montou um arsenal de guerra e comprou carros blindados que seriam transformados em falsas viaturas. O plano já tinha dados pessoais do senador e da família, como escolas dos filhos, endereções de parentes e a rotina da família.

O planejamento do crime organizado usou códigos para dificultar a investigação, mas a polícia descobriu que, Sergio Moro era chamado de “Tokio” e o sequestro de “Flamengo”…

O responsável por comandar a transferência de 22 lideranças do PCC para presídios federais junto com Moro, o promotor de Justiça de São Paulo, Linconl Gakya era um dos alvos do plano sequestros.

A PF prendeu seis homens e três mulheres, responsáveis pela articulação do planejamento, chamados dentro do crime organizado como sintonia restrita, um grupo de assassinos de aluguel a serviço do PCC.

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