Nas eleições estaduais desse ano, por exemplo, Raíssa declarou todos os seus apoios e errou em todos. Para federal, a vereadora pediu votos para Benjamin Maranhão (MDB), que saiu derrotado, amargando apenas uma suplência. Para deputado estadual, Raíssa pediu votos para reeleição de Jullys Roberto, que também emplacou apenas a suplência.
Para o Senado, Raíssa teve seus candidatos Cássio Cunha Lima (PSDB) e Roberto Paulino (MDB) também derrotados, com um na quarta e outro na quinta colocação entre os sete que estavam no páreo.
Para o Governo, não deu outra.
Raíssa apostou em Zé Maranhão, que sequer chegou a alcançar o segundo lugar na disputa.
Nas rodas de conversa já começam a ser feitas piadas com ‘o azar’ dos pitacos da parlamentar. Eleitores de Bolsonaro pedem que a vereadora não diga que vá votar no militar, para não atrair má sorte. Os de Haddad também brincam, afirmando a mesma coisa.
Ao que tudo indica, nesse segundo turno, a torcida é para que a vereadora Raíssa Lacerda permaneça calada.
PB Agora
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