As investigações apontaram que no esquema de fraude, os criminosos utilizam “laranjas” munidos de documentos falsos para fazer o cadastramento biométrico junto à CEF, fazendo-se passar por correntistas legítimos e efetuar saques ilícitos.
Os “laranjas” também são utilizados para solicitar o BPC junto ao INSS, e até mesmo requerer certidões e autenticar documentos em Cartórios de Campina Grande para dar maior credibilidade ao esquema.
Os investigados poderão ser responsabilizados, em tese, pelos crimes de estelionato, associação criminosa, falsa identidade, falsificação de documentos públicos e falsidade ideológica. As penas somadas podem ultrapassar 10 anos de prisão.
Sobre a operação
O nome da operação, “Cópia Viva”, faz alusão ao fato do grupo criminoso criar pessoas com dados de outras já existentes, propiciando o cadastramento biométrico junto a instituições financeiras.










