
A morte do radialista Jota Gomes tem um desfecho, após vários meses sem ter algum esclarecimento sobre a morte. O comunicador foi assassinado quando estava esperando um amigo de frente a sua residência, localizada na Rua Camila Abraão Jorge, no Jardim Paulistano, em Campina Grande no dia 31 de Dezembro do ano passado. Segundo a delegada de homicídios da superintendência da Polícia Civil, Nercília Dantas, Jota estava mexendo no celular na frente da residência, quando um homem o abordou.
“Ele teria esboçado alguma reação, o que fez com que o assaltante efetuasse um disparo de arma de fogo”, explicou. o Acusado de matar Jota tratasse de Itamar de Lima, 20 anos de idade. Foi decretada a prisão temporária dele. Ele foi preso na tarde desta quarta-feira(29), no bairro Catingueira.
A Delegada ainda detalhou que a linha de investigação se deu após uma testemunha ter escutado barulhos de tiro, e ao sair de casa viu o acusado sentado ao lado do corpo, o que levou a crer que se tratava de um usuário de drogas. “O homem aparentava estar atordoado, e quando a testemunha se aproximou o homem correu”, explica.

O acusado nega ter participação e diz que não morava no local do crime, mas a delegada diz que a família confirmou, em depoimento, que ele residia em uma casa abandonada. “Ele usava drogas e quando queria se recolher ia para esta casa (que é da família dele) e já tinha deteriorado a casa toda por causa do uso de droga”, completa.
Jota Gomes apresentava um programa aos domingos na Rádio Panorâmica FM,e além de radialista também era cantor e compositor, conhecido como o “Cowboy do Asfalto”. Ele morreu com dois disparos: um no peito e outro no rosto.
Redação com Renato Diniz










