Em Esperança: Professores realizam um ato público pelo pagamento dos precatórios do Fundef

Giovanni Freire é presidente do Sintab e esteve em Esperança, junto com o professor Alexandro Almeida, diretor do sindicato no município

20 de agosto de 2021   

Recursos, da ordem de R$7 milhões, já estão disponíveis na conta do município, mas gestão se recusa a cumprir acordo homologado pela Justiça.

O Sintab Esperança-PB, realizou hoje (20), um ato público para cobrar o pagamento dos recursos referentes ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Uma manhã marcada pela presença dos professores e representantes sindicais na luta pelos seus direitos.

Em participação na manhã de hoje (20), no Café com notícia da rádio Ban FM, o professor Sandro fez questão de mencionar que a gestão já afirmou que não pagaria, pois existe uma recomendação do tribunal de contas da união, mas uma recomendação não pode estar acima de uma lei, que já estabelece o direito ao magistério.

Os professores estão cobrando por algo que já havia sido acordado com a gestão. Um documento foi assinado no dia 22 de outubro do ano passado, pelo representante legal do município, pelo representante da diretoria do Sintab, na ocasião o diretor Joselito Barbosa e pelo advogado representante do sindicato, Celso Tadeu Segundo.

“Na cláusula primeira ficou decidido que 60% seriam para professor e 40% para aplicar na educação. Quem trabalhou de 2004 a 2020, vai receber os valores, proporcionalmente. Terão direito efetivos, aposentados e pensionistas. Fomos informados que o dinheiro foi liberado no dia 05 de julho, mas o acordo está sendo descumprido”, destacou o diretor.

Giovanni Freire é presidente do Sintab e esteve em Esperança, junto com o professor Alexandro Almeida, diretor do sindicato no município. De acordo com Giovanni, foram depositados nas contas da Prefeitura de Esperança, R$ 7 milhões, dos quais, R$ 4,2 devem ser destinados aos professores. “O prefeito garantindo esses recursos para a educação, a gente vai reconhecer que é um prefeito que valoriza a educação, mas não pagar os professores é golpe contra a educação pública”, finalizou.

Assessoria