
O prefeito da cidade de Puxinanã, Felipe Coutinho (PRB), rebateu denúncia de uma servidora nesta quinta-feira (12). Ele disse que Maria das Graça Melo, 43 anos, nunca o procurou e que expôs o caso na imprensa sem antes estabelecer qualquer diálogo. Maria das Graças é servidora pública de Puxinanã, mas foi relocada de um cargo de confiança para sua função normal em outro posto.
Ela denunciou o caso na imprensa paraibana e o prefeito alega que nunca houve e jamais haverá perseguição em sua gestão. “A servidora fez denúncia perante o Ministério Público e não logrou êxito em suas alegações”, declarou o prefeito.
A servidora publicizou o caso nesta quarta-feira (11), para denunciar que supostamente estaria sofrendo perseguição por parte do prefeito Felipe. Graça Melo é assistente social lotada na Secretaria de Educação, nomeada após aprovação em concurso de 2010. De acordo com a prefeitura, ela já cumpriu com seu estágio probatório, alegação infundada por parte da mesma, quando diz que a gestão está tentando prejudicar o estágio.
Segundo Graça, ela passou no terceiro concurso, os dois primeiros foram nas áreas da saúde. “Houve descontos indevidas do meu salário, isso é um absurdo! Ocorreu em outubro do ano passado, quando descontaram do meu salário, eu de férias comprovadas pela prefeitura”, declarou.
A prefeitura alega que está toda documentada e ela não tem o mesmo aparato jurídico. “Não houve em nenhum momento perseguição a esta servidora. O que ela fala não condiz com a verdade, o município tem toda a documentação do que ela solicitou, bem como a resposta do parecer jurídico, sempre assegurando todos os direitos trabalhistas”, disse Felipe.
Segundo o prefeito, o município não pode criar uma Lei para atender apenas uma servidora. “Ela foi secretária de assistência social na gestão anterior até 2016. Nesta gestão atual, ela voltou em 2017 a ser apenas assistente social da Educação. Na mudança de trabalho, todos os direitos dela foram garantidos. Mas ela pediu uma redução na carga de trabalho, o que não pode ser feito ou criado apenas para atendê-la”, concluiu.
Redação PB Debate










