
O prefeito de Puxinanã, Felipe Coutinho (PRB) esclareceu o salário do magistério não foi reajustado por uma queda de braço que a bancada oposicionista insiste em travar, mas a Prefeitura não pretende entrar. “Em 2017 e 2018 o reajuste foi encaminhado através de Projeto de Lei idêntico, sendo aprovado sem maiores problemas, mas agora por uma questão partidária resolveram agir sem qualquer senso”, disse.
De acordo com Felipe Coutinho, os legisladores deveriam se envergonhar de criar embaraços para a provação de uma lei que beneficia os professores e o município. “Para se ter uma ideia no ofício enviado pela Câmara para a suposta correção que seria necessária, eles sequer apontam as supostas inconsistências/contradições, porque o real sentido deste embaraço é atingir o executivo. O mais grave de tudo é que atingiu os profissionais do magistério público municipal que ficarão sem receber o reajuste salarial”, disse.
Diante da situação, em uma atitude de respeito à categoria e à população, a Prefeitura de Puxinanã dialogou junto aos vereadores da base, para que eles pudessem saber quais seriam as supostas inconsistências, às quais os demais legisladores se referiam e com poucos indícios do que poderia ser estas contradições, realizou alguns ajustes, encaminhado novamente o PL à Câmara.
E completou: “ O ano passado como eles agiram de boa-fé, pagamos o salário de janeiro antecipando o reajuste e este ano em janeiro fizemos a mesma coisa, mas mas devido a Câmara não ter aceito nem sequer o projeto, em fevereiro não vamos poder pagar com o reajuste, mas a Prefeitura se compromete a pagar retroativo ao mês de fevereiro, assim que o projeto for votado”.
Redação com Paraíba Debate












