Vereador Luciano Barros, presidente da Câmara de Areial. (Foto: Se Liga PB)
O presidente da Câmara Municipal de Areial, vereador Luciano Barros (CIDADANIA), em entrevista na manhã desta terça-feira, 18, ao Programa Se Liga PB, falou sobre as problemáticas do meio político envolvendo seu nome.
Luciano Barros pediu direito de resposta ao Se Liga PB, após declarações feitas no programa pelo Secretário da Educação do município, Afonso Henrique, e do vereador suplente, Gago de Areial.
Na ocasião ambos, tanto Afonso, quanto Gago, levantaram temas como o rompimento de Luciano com o prefeito, Adelson Benjamin (CIDADANIA), nova eleição para mesa diretora da Câmara, demissão e maus-tratos de funcionários.
O presidente da Câmara explicou que não tem nada contra Afonso Henrique e o suplente Gago de Areial, mas que o que foi dito, nas palavras dele, foram ‘inverdades’.
“Infelizmente a gente tem que passar a informação verdadeira. Infelizmente chateia algumas informações que as vezes distorcem”, disse.
O vereador disse que o rompimento com Adelson Benjamim, aconteceu por parte do prefeito, quando comunicado por ele que não iria mais votar no deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (PSB).
Luciano contou que apoiará o prefeito de Lagoa Seca e pré-candidato a deputado estadual, Fábio Ramalho, e isso deixou o prefeito chateado.
“Ele me chamou para conversar. Conversei com ele bastante, como pessoa não tenho nada contra, mas na política, as vezes quando não se concorda com alguma coisa, vai para outra parte. Então o prefeito achou, naquele momento, se afastar e disse que estava rompido comigo e eu disse a ele que a gente não estava em 2024, a gente estava em uma eleição para governo estadual, federal e campanha de governo, e isso ai levou a uma polêmica”, frisou.
Segundo Luciano, se Adelson não tivesse entendido o gesto de apoio a pré-candidatura de Fábio Ramalho como rompimento, ainda estaria aliado a ele.
O presidente da Câmara falou que votou duas vezes em Adriano Galdino, mas que na política, cada um tem sua opinião.
Na ocasião, o vereador ainda declarou apoio ao prefeito de Esperança e pré-candidato a deputado federal, Nobinho Almeida.
“Hoje estou apoiando as pré-candidaturas de Fábio e de Nobinho de Esperança”, declarou.
Sobre a eleição para nova mesa diretora, Luciano Barros, contou que teve uma falha no regimento, os vereadores da oposição entraram com um requerimento, e ele como presidente da Câmara, fez o que o teria de fazer.
“ A gente fez a eleição. Quem pediu foram os três vereadores da oposição. Eu como presidente tenho a obrigação de concertar o erro. Convocamos os interessados e foram notificados todos, fiz minha parte”, ressaltou.
A respeito da demissão e maus-tratos de funcionários, o representante do legislativo municipal disse que chamou todos os vereadores, o procurador da casa e as funcionárias para conversar. Segundo o presidente da Câmara, quanto as funcionárias, a justiça não permitia mais prestação de serviço da empresa contratada e elas foram mantidas até o dia 15 de dezembro, foi pago 100%, podendo se renovar o contrato até o dia 15 de fevereiro.
“Quando foi no dia 05 de janeiro, essas meninas estavam fazendo críticas a minha pessoa. Eu não entendi”, ressaltou. E acrescentou: “Essa parte de funcionário, eu não dava as ordens. Por que quando tem uma secretária na Câmara, ela é responsável pelo o que tem de ser feito”.
Luciano barros ainda falou que, devido à algumas questões relacionadas aos funcionários, viu a necessidade de tomar algumas decisões. O vereador ressaltou que respeita os funcionários, mas que existia um mal-estar.
“Demiti o tesoureiro, o contador e Rodrigo, que fazia toda estrutura da live e da transmissão das sessões, justamente por que eram ligados a prefeitura. Eu disse a eles antes da demissão, que eu ia tomar algumas decisões a partir do dia primeiro de janeiro”, declarou.
Ele ainda disse que teve que tomar as decisões porque estava levando para o lado da política. Sobre o nome dele ser colocado à disposição nas eleições de 2024, disse que ainda falta muito, mas se o povo aceitar, deixará nas mãos deles.
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