Servidores de prefeituras da Paraíba, especialmente Campina Grande, que tem precatórios a receber estão sendo vítimas de um golpista. A informação é do presidente do Sintab, Giovani Freire, que divulgou este fato durante entrevista ao RC Notícias, da Caturité FM, nesta segunda-feira(30). De acordo com o sindicalista, o golpista entrava em contato com os servidores que tem precatórios a receber, pedindo dinheiro para conseguir uma suposta liberação do recurso.
“Ele está ligando, e de posse das informações de quem tem algu precatório a receber, fez as ligações no dia 23 e 24 de dezembro, inclusive, com todas as informações: quem era o autor da causa, e de quem era, já que esses dados são públicos no Tribunal de Justiça”, alertou.
“De posse disso, ele ligava pro servidor, e alguns até com R$ 28 mil para receber, dizendo: ‘Olhe, sou do Tribunal de Justiça, conversei com o procurador do seu município, e se você tiver R$ 1,8 mil para depositar agora na minha conta, a gente consegue liberar esse precatório’. Isso é um golpe. Nem o Sintab liga para nenhum servidor pedindo liberação de pagamentos para precatórios, nem o Tribunal de Justiça, ou procurador e advogado de município pode fazer essa liberação, mediante depósito bancário”, denunciou Giovani.
Ele faz o alerta aos servidores e aposentados que tem precatórios a receber, que o golpe começou a ser realizado, e o Sintab divulgou nota de esclarecimento sobre esse golpe. O sindicalista orienta que os servidores que receberam a ligação, que de posse do número que recebeu a chamada, entrasse em contato com a polícia, porque se tratava de golpe.
Freire diz que isso era aplicado, especialmente, nos servidores de Campina Grande, com precatórios a receber, do governo do ex-prefeito Félix Araújo. O dirigente disse que esteve no TJPB, junto com os advogados do Sintab, e criticou a demora no início do pagamento desses recursos. “A dívida chega a mais de R$ 8 milhões – o valor total para o pagamento desses precatórios”, afirmou, acrescentando que muitos servidores faleceram, mas que a maioria dos cálculos foram feitos.
Segundo ele, já há um recurso de R$ 5 milhões em conta para os precatórios, e o Sintab exigiu do Judiciário que começasse a pagar aos servidores que já tiveram os valores calculados. “Há um grande montante nas contas judiciárias, no entanto não há liberação”, disse Giovani Freire. Ele diz que atualmente, a prefeitura de Campina Grande vem cumprindo com a sua parte, em depositar os recursos nas contas judiciais, cerca de R$ 300 mil por mês, mas que o poder judiciário não cumpre com sua parte.
Redação
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