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Processo movido por ex-diretor da PRF contra prefeito de Cuité é extinto, e gestor diz que segue com ação por danos morais

Silvinei foi preso em Florianópolis (SC), em 9 de agosto, durante uma operação que investiga interferência no segundo turno das eleições de 2022.

Publicado: 16/09/2023

PREFEITO DE CUITÉ, CHARLES CAMARAENSE. (FOTO: SE LIGA PB)

O prefeito do município de Cuité, Charles Camaraense, em uma participação no Programa Se Liga PB, na tarde deste sábado (16), contou que o processo contra ele, movido pelo ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi extinto. Silvinei foi preso em Florianópolis (SC), em 9 de agosto, durante uma operação que investiga interferência no segundo turno das eleições de 2022.

“Ele entrou com uma ação contra a minha pessoa e esse processo foi extinto. Talvez ele achou que, por a gente estar prefeito em uma cidade do interior da Paraíba, podia caluniar e difamar”, enfatizou o prefeito.

Charles disse ainda que o processo movido por ele contra Silvinei está em andamento, e que um pedido de indenização também foi feito. O gestor acusa Vasques de danos morais por ocasião do seu depoimento na CPI do 8 de janeiro, que apura os responsáveis pelos atentados a Brasília. Durante a CPI, o ex-chefe da PRF chamou Charles de “mentiroso” ao negar supostos bloqueios de estradas na região de Cuité. Foi nesse mesmo depoimento qute o ex-diretor preso informou que havia processado Camaraense, por mentir sobre a operação da PRF nas eleições.

“O processo que ele abriu contra a minha pessoa foi extinto, mas o processo que eu movi contra ele está correndo, e esse ele vai pagar por ter me caluniado na CPI na qual ele foi ouvido, e posteriormente foi preso”, afirmou Charles.

Redação

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