
Informações do programa Correio Debate, da Rádio Correio FM, nesta quinta-feira(09), dão conta que a procuradoria da Assembleia Legislativa da Paraíba desarquivou uma denúncia contra o deputado estadual e ex-prefeito de Esperança, Anderson Monteiro(PSC), por crime de homicídio culposo (sem intenção de matar) e lesão corporal.
De acordo com a reportagem, o fato se deu em face de um acidente automobilístico, que vitimou a agricultora Adjailma Fernandes do Nascimento. O fato se deu em 2010, e o acidente com o carro do parlamentar deixou o marido de Adjailma,identificado por Josivan Elídio Lúcio, ferido.
O acidente aconteceu na BR 230, nas proximidades de Esperança. A decisão pelo desarquivamento foi do Procurador de Justiça, Francisco Sagres Mâcedo Vieira, em atendimento a uma solicitação realizada pelo empresário Ônio Emanuel Lira, que requisitou ao Ministério Público da Paraíba.
Em conversa com a reportagem do radiofônico, Anderson diz ter sido pego de surpresa com a notícia, e que sempre colaborou na elucidação do caso. “Não fui acusado, nunca respondi a nenhum processo, e ontem teve essa notícia. Tecnicamente eu não tenho como responder nada, porque eu não tive acesso a nenhum laudo”, frisou.
“Não quero imunidade e regalia nenhuma. Eu quero ver o processo, mas estou muito tranquilo, e estou como alguém que passa por um acidente. Eu estava em uma velocidade normal, passando num domingo à tarde, voltando para João Pessoa, com minha família, e de repente uma moto atravessa a pista e teve o acidente. Infelizmente”, explicou.
“Quem foi atrás para desarquivar esse processo todo não foi a família enlutada, não foi órgão oficial. Foram fatores políticos, agentes políticos, que usam tragédias humanas como peça de um tabuleiro político. Eu não ajo dessa forma, tenho muita tranquilidade, e vou usar a tribuna da assembleia para restabelecer a verdade”, afirmou o parlamentar.
“Não falo como advogado, mas como cidadão, indignado por ter meu nome relacionado a um acidente, a um homicídio culposo, e essas coisas”, finalizou Anderson Monteiro.
Redação










